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Análise

Morning Call: agenda movimentada pressiona as bolsas globais

Os principais fatos que podem impactar os mercados hoje e um breve resumo do fechamento das bolsas ontem.

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Destaques:

  • Os mercados amanheceram de mau humor, com os índices futuros de Nova York caindo antes da agenda carregada de indicadores que inclui PIB (prévia do segundo trimestre), com projeção de queda histórica de 35%, e pedidos de seguro-desemprego semanal;
  • Apple, Google, Facebook e Amazon divulgam balanços após o fechamento em NY;
  • Europa tem rodada de balanços desastrosa e o PIB da Alemanha caiu 10,1%, mais que a projeção (-9%);
  • Há instantes, o S&P 500 caia em trono de (-1,2%), Nasdaq (-1,04%) e o índice europeu Stoxx 600 (-1,85%).
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Brasil:

  • O início da temporada de balanços do segundo trimestre direcionou o Ibovespa no pregão de ontem;
  • Além do noticiário corporativo, o comprometimento do Federal Reserve (Fed) em dar apoio a retomada dos EUA, animou os investidores que aumentaram o apetite por ativos de risco;  
  • Cotação: o Ibovespa fechou em alta de (+1,44%), aos 105.605,17 pontos, com giro financeiro de R$ 20,3 bilhões.

Análise Gráfica – IBOV:

  • No gráfico diário do índice Bovespa, após se afastar do suporte de 100.200 pontos, ontem IBOV conseguiu fechar acima da resistência (topo anterior) em torno de 105.500 pontos. Porém, poderá encontrar dificuldades para progredir neste nível e seria natural uma correção abaixo das médias móveis curtas (9 e 21 períodos), antes de dar continuidade e buscar o objetivo aos 109 mil pontos.  
  • Suporte: 100.200 (miníma de 16 de julho)
  • Resistência: 105.500 (máxima do dia 21 de julho)

EUA: ontem, não houve nada especificamente novo nas declarações do FED, mas a promessa de continuidade do uso de todos os instrumentos necessários para apoiar a economia até a pandemia passar foi tranquilizador para os investidores; Dow Jones fechou em alta de  (+0,61%), S&P 500 (+1,24%), a 3.258,44 pontos e o Nasdaq avançou (+1,35%).


Europa: Frankfurt (-2,52%), Londres (-1,59%), Paris (-1,35%), Madri (-2,21%), Milão (-2,46%), Lisboa (-1,52%).


Ásia: Xangai caiu (-0,23%); Hong Kong (-0,69%); Nikkei no Japão (-0,26%).

Dólar: chegou a cair abaixo de R$ 5,15 com o Fed dovish, mas no fechamento, o dólar era cotado no mercado à vista a R$ 5,1729, em alta de 0,30%.
Petróleo: tipo Brent cai em torno de (-1,45%), cotado a US 43,45 o barril. 
Ouro: recua (-0,38%), cotado a US 1.946,00 a onça-troy.
Indicadores:
Brasil:
IGP-M (julho) (FGV)
Resultado Primário do Governo Central (Tesouro Nacional)
Sondagem de Serviços (FGV)
Divulgação de Balanços: Ambev, Bradesco, Usiminas (antes da abertura); Copasa, Engie, Fleury, Petrobras (após o fechamento)
EUA:
PIB (préviaa do 2TRI)
Gastos do consumidor
Renda Pessoal (Departamento do Comércio)
Pedidos de seguro-desemprego semanal (Departamento do Trabalho)
Apple, Alphabet, Facebook e Amazon divulgam balanços do 2TRI após o fechamento em NY
Europa:
União Européia: Desemprego
Zona do Euro: Confiança do Consumidor
Alemanha: PIB / Desemprego
Ásia:
China: PMI Industrial e Serviços (Composto) (Markit)
Japão: Produção Industrial / Desemprego

* Esse é um conteúdo de análise de um especialista de investimentos da Easynvest, sem cunho jornalístico. 

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