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Análise

Morning Call: semana decisiva para as bolsas globais

Os principais fatos que podem impactar os mercados hoje e um breve resumo do fechamento das bolsas ontem.

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Destaques:

  • Dentre os destaques desta semana, o Banco Central Americano se reúne na quarta-feira, para demonstrar compromisso de apoio à economia e tranquilizar o mercado diante da escalada da covid;
  • Também nos EUA, as atenções e expectativas se voltam para o PIB do segundo trimestre e negociação do novo pacote de estímulos;
  • Aqui, o investidor está de olho no calendário de divulgação dos resultados corporativos com potencial impacto na bolsa; Vale, Petrobras e Bradesco soltam balanços esta semana.
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Brasil: 

  • Na sexta-feira, houve momentos positivos para a bolsa brasileira, após o IPCA-15 reforçar apostas em queda “residual” da Selic na próxima reunião do Copom em agosto;
  • Cotação: mas puxado por uma tendência global de correção, o Ibovespa devolveu parte dos ganhos e fechou em ligeira alta de (+0,09%), a 102.381,58 pontos. No mês, o Ibovespa sobe (+7,71%) e busca o quarto mês consecutivo de alta.

Análise Gráfica – IBOV:

  • No gráfico diário do índice Bovespa, após o pregão de realização no dia 23, quando o IBOV caiu quase 2%, na sexta-feira observamos mais um dia marcado por indecisões do mercado com o preço de fechamento bem próximo do preço de abertura;
  • Apesar de cair abaixo da média móvel de 9 períodos, o índice conseguiu se manter acima dos 102 mil pontos, freando o movimento de queda do dia anterior;  
  • Neste momento, será necessário aguardar os próximos movimentos para confirmar uma possível reversão da tendência atual, que ainda é de alta; 
     
  • Suporte: 100.200 (miníma de 16 de julho)
  • Resistência: 109.000 (máxima do dia 03 de março)

EUA: os índices futuros de Nova York estão em alta e as bolsas europeias mistas antes da semana agitada que terá reunião do Fed, PIB do 2TRI e divulgação dos balanços de empresas, consideradas as mais importante da temporada; Há instantes, o Dow Jones futuro subia em torno de (+0,47%), S&P 500 (+0,50%), Nasdaq (+1,0%).


Europa: na Espanha, bolsa de Madri tem a maior queda (-1,22%), com aumento de casos de covid e restrições no Reino Unido a quem viajar ao país; Londres cai (-0,11%), Frankfurt (+0,33%), Paris (-0,01%), Milão estável e Lisboa (-0,72%).


Ásia: mais cedo, as bolsas asiáticas fecharam mistas: Xangai (+0,16%), após alta anual de 11,5% no lucro das grandes empresas em junho. No Japão, o Nikkei caiu (-0,16%) na volta do feriado na quinta e sexta-feira; Hong Kong (-0,41%).

Câmbio / Commodities:
Dólar: na sexta-feira fechou em alta de (+0,41%), cotado a R$ 5,24. No mês, o dólar comercial cai (-4,23%).  
Petróleo: o Brent sobe em torno de (+0,30%), cotado a US$ 43,90 o barril;
Ouro: sobe forte (+2,31%), cotado a 1.940,75 a onça-troy, alcançando a máxima histórica hoje;
Indicadores:
Brasil:
1) Boletim Focus (Banco Central)
2) Balança Comercial Semanal
3) Sondagem do Comércio (FGV)
4) Carrefour Brasil: divulga o balaço do segundo trimestre (após o fechamento)
EUA:
1) Encomendas de bens duráveis (junho) (Departamento do Comércio)

* Esse é um conteúdo de análise de um especialista de investimentos da Easynvest, sem cunho jornalístico. 

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