Economia

3 fatos para hoje: lucro da Embraer; China quer atrair investimento estrangeiro

E mais: encerra nesta semana a temporada de balanços do 2º trimestre de 2023 das empresas listadas na B3.

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1- Agenda do dia

Será divulgado às 9h desta segunda-feira (14) o índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-Br) de junho. Segundo a Reuters, o consenso Refinitiv prevê um avanço de 0,6% em relação ao indicador de maio.

Já na agenda política, retorna à pauta articulações em torno do arcabouço fiscal. É aguardado que na quarta-feira o relator da reforma tributária apresente o plano de trabalho da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Do lado das empresas listadas na B3, encerra nesta semana a temporada de balanços do segundo trimestre de 2023. Nesta segunda serão divulgados os resultados de Magazine Luiza (MGLU3), IRB Brasil (IRBR3), Itaúsa (ITSA4), Marfrig (MFRG3) e Copasa (CSMG3).

2 – Embraer registra aumento de 20% em lucro do 2º trimestre

A Embraer (EMBR3) anunciou nesta segunda-feira um lucro líquido de 279,3 milhões de reais no segundo trimestre, um aumento de 20% na comparação anual em meio ao aumento de 47% na entrega de aeronaves.

A Embraer, a terceira maior fabricante de aviões do mundo atrás da Airbus e da Boeing, disse em comunicado que sua receita líquida cresceu 26,2%, para 6,36 bilhões de reais nos três meses encerrados em 30 de junho.

3 – China quer atrair investimento estrangeiro

O governo chinês publicou uma lista de medidas para atração de investimento estrangeiro. Segundo o texto, a iniciativa visa atrair e utilizar o capital estrangeiro como parte “importante da promoção de abertura de alto nível e da construção de um novo sistema de economia aberta”.

As medidas incluem apoio ao uso de investimento estrangeiro na criação de centros de pesquisa e desenvolvimento na China, o fortalecimento da proteção aos direitos de propriedade intelectual – especialmente no mercado farmacêutico -, otimização das políticas de entrada, saída, permanência e residência para executivos e técnicos de outros países e suas famílias.

Entre as áreas cujo objetivo é ampliar a participação internacional está a de telecomunicações, com restrições como participação de até 50% em negócios de internet doméstica.

*Com Estadão e Reuters

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