O CIN é o novo documento oficial de identificação civil no Brasil, criado para substituir o RG tradicional. Ele passa a usar o CPF como número único e nacional, válido em todo o país.
Antes, uma mesma pessoa podia ter vários números de RG, emitidos por estados diferentes. Com o novo documento, isso deixa de existir.
O que muda?
As principais mudanças são:
- CPF vira o número único de identificação;
- Documento padronizado em todo o país;
- QR Code para verificação de autenticidade;
- Versão digital com validade legal;
- Mais integração com serviços públicos e privados.
O novo documento pode ser emitido em formato físico e digital, acessível pelo aplicativo Gov.br.
Por que o governo criou o novo RG?
Foi criado para resolver três problemas principais:
1 – Fraudes e identidades duplicadas
A unificação pelo CPF reduz registros múltiplos e inconsistências.
2- Burocracia excessiva
Facilita cadastros em bancos, empresas, corretoras e serviços digitais.
3 – Falta de integração de dados públicos
Permite cruzamento mais seguro de informações entre órgãos do governo.
Quais são as vantagens?
Entre os principais benefícios estão:
- Mais segurança contra fraudes;
- Menos problemas em cadastros financeiros;
- Documento digital válido em todo o país;
- Facilidade para acessar serviços públicos online;
- Padrão moderno, alinhado a documentos internacionais.
Na prática, o novo documento tende a reduzir recusas, erros cadastrais e retrabalho em bancos, investimentos e serviços digitais.
Quem deve correr para tirar o CIN?
A troca não é obrigatória imediata, mas alguns grupos devem se antecipar:
- Quem vai tirar o primeiro documento de identidade;
- Quem perdeu ou teve o RG roubado;
- Pessoas com RG antigo, ilegível ou muito danificado;
- Quem tem mais de um RG emitido em estados diferentes;
- Quem abre contas, investe ou usa serviços financeiros digitais com frequência;
- Quem pretende viajar para o exterior nos próximos anos.
Aposentados precisam correr para fazer o CIN?
Na maioria dos casos, não. Aposentados não precisam correr para emitir o novo documento se:
- o RG atual estiver em bom estado;
- o CPF estiver regular;
- não houver dificuldade para acessar benefícios, bancos ou serviços públicos.
No entanto, vale considerar a troca se o aposentado:
- tem RG muito antigo ou deteriorado;
- enfrenta problemas frequentes de cadastro em bancos ou no INSS;
- deseja usar mais serviços digitais (Gov.br, bancos, apps);
- teve mudança recente de nome ou estado civil.
Ou seja, não é urgente, mas pode ser vantajoso em alguns casos.
O RG antigo ainda é válido?
Sim. O RG antigo continua válido até 28 de fevereiro de 2032, desde que esteja em boas condições e permita a identificação do titular. Até lá, a troca é gradual e opcional, evitando filas e sobrecarga nos órgãos emissores.
O CIN é gratuito?
- Primeira via: gratuita em todo o Brasil;
- Segunda via: pode ter custo, conforme regras de cada estado.
Como fazer: passo a passo simples
De forma geral, o processo inclui:
CPF regularizado
O CPF precisa estar ativo na Receita Federal.
Agendamento prévio
Feito pelo site ou app do órgão estadual.
Comparecimento presencial
Com documentos como:
- certidão de nascimento ou casamento;
- CPF (se não constar na certidão).
- Coleta biométrica
- Foto, assinatura e digitais no local.
Como buscar informações em cada estado
A emissão é responsabilidade dos institutos de identificação estaduais. Para encontrar informações confiáveis:
- Acesse o site oficial do governo do seu estado;
- Busque por: “Documento Nacional de Identidade”; “Novo RG”; “CIN”.
- Verifique se o serviço é oferecido pela: Secretaria de Segurança Pública; Instituto de Identificação; Detran (em alguns estados).
O portal Gov.br também reúne orientações gerais e links oficiais.
O que muda na prática com o novo RG?
No dia a dia, o CIN facilita:
- abertura de contas bancárias;
- validação de identidade em investimentos;
- acesso a serviços públicos digitais;
- redução de erros cadastrais.
Mais do que um novo documento, o CIN promete uma mudança estrutural na identificação do brasileiro, com impacto direto na segurança, na burocracia e na economia digital.
Perguntas e respostas sobre o CIN (novo RG)
O que é o CIN?
O CIN é o Documento Nacional de Identidade que substitui o RG tradicional e passa a usar o CPF como número único de identificação em todo o Brasil.
O CIN é obrigatório?
Não imediatamente. O RG antigo continua válido até 28 de fevereiro de 2032, desde que esteja em bom estado.
O RG antigo ainda vale?
Sim. Ele pode ser usado normalmente até o fim do prazo de transição.
Qual é a principal diferença entre RG e CIN?
A principal diferença é que o CIN usa o CPF como número único nacional, enquanto o RG antigo podia ter números diferentes em cada estado.
Quem deve correr para tirar o CIN?
Quem vai emitir o primeiro RG, perdeu o documento, tem RG muito antigo, possui mais de um número de RG ou usa muitos serviços financeiros e digitais.
Aposentados precisam fazer o CIN agora?
Não. Aposentados só precisam trocar se o RG estiver danificado, causar problemas em bancos ou serviços públicos, ou se desejarem mais facilidade no uso de serviços digitais.
O CIN é gratuito?
Sim. A primeira via é gratuita em todo o país. A segunda via pode ter cobrança, conforme o estado.
O CIN pode ser digital?
Sim. O documento tem versão digital com validade legal, disponível no aplicativo Gov.br.
O CIN substitui o CPF?
Não. O CPF continua existindo, mas passa a ser o número principal do documento de identidade.
Posso usar o CIN para abrir conta em banco ou investir?
Sim. O CIN é um documento oficial e válido para abertura de contas e cadastros financeiros.
Quais documentos são necessários para tirar o CIN?
Em geral, certidão de nascimento ou casamento e CPF regularizado.
Onde faço o CIN?
Nos institutos de identificação dos estados, geralmente vinculados às secretarias de segurança pública.
Como saber como emitir o CIN no meu estado?
Acesse o site oficial do governo do seu estado e busque por “Documento Nacional de Identidade”, “Novo RG” ou “CIN”.
Até quando posso usar o RG antigo?
Até 28 de fevereiro de 2032.
