A Inglaterra lidera com 1,62 bilhão de euros (R$ 9,46 bilhões), sustentada por uma geração de alto valor de mercado na Premier League. O elenco reúne quatro jogadores acima de 100 milhões de euros: Jude Bellingham (149 milhões), Bukayo Saka (120 milhões), Declan Rice (120 milhões) e Cole Palmer (110 milhões), além de Harry Kane, avaliado em 65 milhões de euros. Campeã mundial em 1966, a seleção inglesa chega à Copa de 2026 como a mais valiosa do planeta — e com a missão de acabar com 60 anos de espera por um segundo título.
Na segunda posição aparece a França, com 1,47 bilhão de euros (R$ 8,58 bilhões). Bicampeã mundial (1998 e 2018), a seleção combina profundidade de elenco e presença constante entre as principais forças do futebol mundial. Entre os destaques estão Kylian Mbappé, avaliado em cerca de 200 milhões de euros, além de Michael Olise (140 milhões) e Ousmane Dembélé (100 milhões).
A Espanha fecha o grupo bilionário, com valor estimado em 1,31 bilhão de euros (R$ 7,65 bilhões). Campeã em 2010, a seleção passou por um ciclo de transição pós-era dourada e voltou a se destacar com uma nova geração de jogadores. Lamine Yamal, de 18 anos, é avaliado em 200 milhões de euros, enquanto Pedri (150 milhões) e Fermín López (100 milhões) completam o núcleo de maior valor.
O valor de mercado das seleções é calculado pela soma das estimativas individuais dos jogadores, com base em fatores como idade, desempenho, potencial e demanda do mercado. O indicador funciona como uma leitura do peso esportivo e econômico de cada país.
O recorte evidencia a concentração de talento e valorização em poucas seleções, reflexo direto da força financeira das principais ligas europeias. Também mostra como o futebol de seleções passou a ser cada vez mais influenciado pela dinâmica de mercado dos clubes.
Mais do que favoritas em campo, Inglaterra, França e Espanha hoje representam o topo da indústria global do futebol — onde talento vale literalmente bilhões.
