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5 fatos para hoje: Biden contra mudanças climáticas; lucros da Apple e Facebook

O plano de US$ 2 tri também cita a proteção da Amazônia.

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InvestNews
Joe Biden
REUTERS/Joshua Roberts

1 – Biden toma medidas duras para conter mudanças climáticas e promete criação de empregos

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou nesta quarta-feira uma série de decretos para combater a mudança climática, o que inclui a suspensão de novas concessões de exploração de petróleo e gás em terras federais e o corte de subsídios para combustíveis fósseis, parte de políticas ambientais que marcam um grande contraste com as de seu antecessor, Donald Trump.

“Na minha visão, nós já esperamos demais para lidar com essa crise climática”, disse Biden em cerimônia na Casa Branca, destacando a ameaça que o país enfrenta com a intensificação de tempestades, incêndios florestais, enchentes e secas relacionadas às mudanças climáticas, além da poluição atmosférica causada pela queima de combustíveis fósseis. “É hora de agir.”

Biden apresentou uma “abordagem que envolve todo o governo” para colocar as preocupações com as mudanças climáticas no centro das políticas externas e de segurança nacional dos EUA, assim como no planejamento doméstico. Ele disse que a construção de uma moderna e resiliente infraestrutura ligada ao clima e de um futuro com energias renováveis criará milhões de empregos com bons salários.

2 – Apple tem lucro de US$ 28,76 bi e recorde de receita no 1º trimestre fiscal

A Apple registrou lucro líquido de US$ 28,76 bilhões em seu primeiro trimestre fiscal, ou US$ 1,68 por ação, um crescimento de 35% na comparação anual. A receita da companhia foi de US$ 111,4 bilhões, em alta anual de 21% e um recorde histórico para a Apple, segundo comunicado divulgado pela empresa ao mercado.

Segundo o gerente financeiro da Apple, Luca Maestri, o desempenho foi puxado por um crescimento de dois dígitos em todas as categorias de produtos da empresa, “o que gerou recordes de receita em cada um de nossos segmentos geográficos e um recorde histórico para nossa base instalada de dispositivos ativos”.

3 – Facebook tem lucro de US$ 11,22 bilhões no 4º trimestre

O Facebook registrou lucro líquido de US$ 11,22 bilhões no quarto trimestre de 2020, um aumento de 52,6% em relação ao resultado divulgado pela companhia em igual período do ano anterior, de lucro de US$ 7,35 bilhões. O lucro por ação da empresa ficou em US$ 3,88, em alta anual de 51,5% e acima das projeções de analistas consultados pela FactSet, que esperavam lucro ajustado a US$ 3,19.

A receita da gigante de tecnologia foi de US$ 28,07 bilhões, um avanço ante os US$ 21,08 bilhões do quarto trimestre de 2019.

O Facebook informou que seus usuários diários ativos ficaram em 1,84 bilhões na média de dezembro de 2020, um crescimento anual de 10,8%.

4 – Tesla supera previsão de receita no 4º trimestre

A Tesla anunciou nesta quarta-feira resultados pouco acima das estimativas de Wall Street para receita do quarto trimestre, depois de bater as entregas de 2020 no início deste mês em um aumento constante na demanda de veículos elétricos.

A montadora liderada pelo bilionário Elon Musk disse que a receita trimestral subiu para US$ 10,74 bilhões, ante US$ 7,38 bilhões um ano antes. Os analistas esperavam receita de 10,4 bilhões, segundo dados da Refinitiv.

5 – Diesel sobe mais nas refinarias do que nas distribuidoras

Pivô de um embate entre caminhoneiros e o governo federal, a alta recente do preço do óleo diesel tem sido puxada desde o ano passado pelo primeiro elo da cadeia de venda do produto, formada pelas refinarias da Petrobras e por importadores, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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No quarto trimestre do ano passado, quando as cotações do petróleo começaram a se recompor após o pior momento da crise causada pela covid-19, o valor cobrado no primeiro elo subiu 16,6%. É mais que o triplo do reajuste nos postos de gasolina, de 4,4%, no mesmo período. Também ficou acima da alta verificada na distribuição, segmento que compra dos produtores e importadores e repassa para o varejo, com preços 10,8% maiores.

Nesta semana, a Petrobras anunciou mais um reajuste nas refinarias, de 4,4%, o primeiro do ano. A remarcação serviu de estopim para uma nova crise com os caminhoneiros, que ameaçam promover uma greve, nos moldes do movimento que parou o País em meio de 2018.

*Com Reuters e Estadão Conteúdo

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