{"id":349732,"date":"2022-07-28T06:30:00","date_gmt":"2022-07-28T09:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/investnews.com.br\/?p=349732"},"modified":"2024-06-24T15:11:54","modified_gmt":"2024-06-24T18:11:54","slug":"o-que-as-pesquisas-feitas-no-google-revelam-sobre-as-pessoas-livro-explica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/investnews.com.br\/colunistas\/o-que-as-pesquisas-feitas-no-google-revelam-sobre-as-pessoas-livro-explica\/","title":{"rendered":"O que as pesquisas feitas no Google revelam sobre as pessoas? Livro explica"},"content":{"rendered":"\n<p>Quando li o livro<strong> <\/strong>\u201cTodo mundo mente\u201d, de Seth Stephens-Davidowitz, economista formado por Harvard, ex-cientista de dados do Google (GOGL34) e articulista do New York Times, confesso que fui em busca de conhecimentos sobre o que poderia descobrir mais sobre a netnografia, ramo da etnografia que estuda os rastros deixados pelas pessoas nos meios digitais. \u00c9 fant\u00e1stico!<\/p>\n\n\n\n<p>Pois bem, o autor, sendo um ex-cientista de dados da Google, fundamenta o contexto do livro com base em suas pesquisas em torno do universo do mundo digital e tamb\u00e9m das pesquisas de opini\u00e3o. Para ele, as redes sociais s\u00e3o ambientes \u201cideais\u201d para seu principal argumento neste livro, que \u00e9: todo mundo mente.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele nos coloca como fortes aliados do h\u00e1bito de mentir e, dessa maneira, de quem pode at\u00e9 passar uma ideia de imagem verdadeira.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Um apurado rol de mentiras sociais<\/strong>\u00a0<\/h2>\n\n\n\n<p>Seth Stephens-Davidowitz atesta que as pessoas mentem sobre tudo, principalmente nas redes sociais, onde h\u00e1 um grande incentivo para transmitir uma boa imagem. Assim acredito que as m\u00eddias sociais<strong> <\/strong>s\u00e3o como uma casa de espelhos nos parques de divers\u00e3o, que distorcem a sua imagem real.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Vamos l\u00e1 o diz o Seth sobre o tema:<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Mentem sobre a frequ\u00eancia com que v\u00e3o \u00e0 academia;&nbsp;<\/li><li>Sobre quanto custou o sapato novo ou se leram determinado livro;&nbsp;<\/li><li>Mentem quando faltam ao trabalho por doen\u00e7as fict\u00edcias;&nbsp;<\/li><li>Dizem que manter\u00e3o contato e desaparecem;&nbsp;<\/li><li>Falam que o problema n\u00e3o \u00e9 voc\u00ea, quando \u00e9;<\/li><li>Declaram um amor que n\u00e3o sentem;&nbsp;<\/li><li>Chegam a proclamar aos quatro ventos sua felicidade, quando est\u00e3o em frangalhos;<\/li><li>Alegam gostar de mulheres quando, de fato, preferem homens. Ou vice-versa;<\/li><li>As pessoas mentem para os amigos. Mentem para os chefes. Para os filhos. Para os pais;&nbsp;<\/li><li>Chegam a mentir para os m\u00e9dicos.&nbsp;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>E, com certeza, a\u00ed chegamos a um ponto interessante do livro: \u201cmentem para pesquisas de opini\u00e3o\u201d, afirma Seth Stephens-Davidowitz, com uma clareza fant\u00e1stica nesse seu livro.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>E por que as pessoas mentem nas pesquisas de opini\u00e3o e nas m\u00eddias sociais?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Tendo sob argumento que, cerca de um ter\u00e7o do tempo, as pessoas mentem na vida real, esse h\u00e1bito \u00e9 transferido para as pesquisas, menos um pouco do que nas redes sociais.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Como dito anteriormente, na m\u00eddia social, assim como em pesquisas, n\u00e3o h\u00e1 incentivo para se dizer a verdade. \u00c9 como se ali existisse um \u201cuniverso\u201d paralelo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O poder do efeito &#8216;desejabilidade social&#8217;<\/strong>\u00a0<\/h2>\n\n\n\n<p>Muitas pessoas omitem seus comportamentos e pensamentos desagrad\u00e1veis em pesquisas de opini\u00e3o ou em &#8220;focus group&#8221;, isso porque \u201ctodos querem passar uma boa imagem, mesmo quando o anonimato \u00e9 garantido\u201d, refor\u00e7a o autor. Para esse comportamento, chama-se \u201cpropens\u00e3o de desejabilidade social&#8221;, assinala Stephens-Davidowitz.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Em outras palavras, nas m\u00eddias sociais a presen\u00e7a online n\u00e3o \u00e9 an\u00f4nima.\u00a0 \u201cVoc\u00ea tenta agradar um p\u00fablico e dizer a seus amigos, familiares, colegas, conhecidos e estranhos quem voc\u00ea gostaria de ser&#8221;, assinala o autor.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, atesta Seth: &#8220;nunca compare o que dizem as pessoas nas m\u00eddias sociais&#8221;. E alerta para n\u00e3o cair nesta terr\u00edvel armadilha de falsas percep\u00e7\u00f5es. Ou melhor: \u201cnunca compare suas buscas no Google com os posts nas redes sociais\u201d, pois os resultados s\u00e3o d\u00edspares e levam a equ\u00edvocos fant\u00e1sticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Compare sim, sugere o autor, por exemplo, a forma com que as pessoas descrevem seus perfis na m\u00eddia social e o que realmente escrevem nas buscas an\u00f4nimas do Google! As buscas revelam o que realmente voc\u00ea quer saber e n\u00e3o o que voc\u00ea quer dizer.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Os segredos ocultos na caixinha m\u00e1gica do Google<\/strong>\u00a0<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media.investnews.com.br\/uploads\/2020\/03\/IMG_20200323_090236-1024x768.jpg\" alt=\"buscas google\" class=\"wp-image-6868\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Netnografia \u00e9 o ramo da etnografia que estuda os rastros deixados pelas pessoas nos meios digitais. Esse \u00e9 um assunto que me fascina, desde 2008, quando publiquei um primeiro post sobre o assunto no Blog Acheme7 juntamente com o Jornalista Manoel Fernandes.<\/p>\n\n\n\n<p>Seth \u00e9 um especialista em dados de internet. \u201cTodos os dias, sigo os rastros digitais deixados pelas pessoas enquanto navegam na web. A partir dos bot\u00f5es ou teclas que clicam ou digitam, tento entender o que realmente querem, o que realmente fazem e quem realmente s\u00e3o\u201d.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, entendo que o autor \u00e9 um verdadeiro netnografo. Um expert de saber identificar o segredo revelado de onde n\u00e3o se mente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A caixinha m\u00e1gica \u00e9 a busca do Google\u00a0<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Uma das ferramentas citadas pelo autor \u00e9 o Google Trends, um registro sistem\u00e1tico das buscas do Google, lan\u00e7ado com pouco alarde em 2009, que informa aos usu\u00e1rios com que frequ\u00eancia qualquer palavra ou frase foi pesquisada em locais diversos, em diferentes momentos. As buscas por informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o, por si s\u00f3, informa\u00e7\u00e3o. Dados preciosos.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, pense, neste momento, que voc\u00ea est\u00e1 lendo essa resenha, na sua pr\u00f3pria experi\u00eancia usando o Google. Aposto que voc\u00ea j\u00e1 deve ter digitado coisas na caixa de busca que revelam um comportamento ou pensamento que hesitaria em admitir em uma situa\u00e7\u00e3o nas m\u00eddias sociais ou numa roda de amigos ou familiares. Isso \u00e9 constatado cientificamente pela an\u00e1lise da netnografia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Um verdadeiro soro e confession\u00e1rio da verdade digital<\/strong>\u00a0<\/h2>\n\n\n\n<p>Economistas e outros cientistas sociais est\u00e3o sempre \u00e0 ca\u00e7a por novas fontes de dados. Neste sentido, o autor \u00e9 direto e afirma: \u201cestou agora convencido de que as buscas no Google s\u00e3o o conjunto de dados mais importantes jamais coletados sobre a psicologia do comportamento\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>As pessoas n\u00e3o apenas fazem suas buscas, como tamb\u00e9m usam a busca no Google para desabafar: \u201codeio meu chefe\u201d, \u201cestou b\u00eabado\u201d, \u201cmeu pai me bateu\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O ato cotidiano de digitar uma palavra ou frase em uma pequena caixa branca retangular deixa um pequeno rastro de verdade. Diria, m\u00e1gico!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Uma compreens\u00e3o melhor das pesquisas eleitorais<\/strong>\u00a0<\/h2>\n\n\n\n<p>As ideias descritas no livro de Seth Stephens-Davidowitz nos trazem uma outra vis\u00e3o sobre as pesquisas eleitorais e creio muito \u00fateis no atual momento pol\u00edtico no Brasil. Quanto mais estudava, diz o autor, &#8220;mais descobria que as buscas no\u00a0 Google det\u00eam muitas informa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o ignoradas pelas pesquisas e que s\u00e3o \u00fateis para compreender, dentre muitos e muitos assuntos, as pesquisas eleitorais&#8221;.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>As\u00a0 buscas no Google por \u201ccomo votar\u201d ou \u201conde votar\u201d semanas antes de uma elei\u00e7\u00e3o podem prever com precis\u00e3o quais partes do pa\u00eds ter\u00e3o grande comparecimento \u00e0s urnas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Saiba um detalhe que leva a nova forma de previs\u00e3o eleitoral\u00a0<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Em um dos cap\u00edtulos, o autor indica que uma pessoa \u00e9 significativamente mais propensa a digitar primeiro o nome do candidato que apoia em uma busca, ao inv\u00e9s de incluir os nomes dos eventuais concorrentes. E mais: a ordem em que os candidatos s\u00e3o pesquisados tamb\u00e9m parece conter informa\u00e7\u00f5es que as pesquisas ignoram. Pense nisso!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mais uma descoberta poderosa: o grotesco e o inusitado\u00a0<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Um exemplo sutil e, aparentemente, grotesco, o autor cita em um dos cap\u00edtulos do livro.<strong> <\/strong>Ele comprova que temas \u201caparentemente\u201d somente digitados na caixinha m\u00e1gica de busca do Google n\u00e3o seriam revelados nas m\u00eddias sociais nem t\u00e3o pouco nas pesquisas de opini\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No livro, Seth cita alguns exemplos revelados no Google Trends (a caixa m\u00e1gica de buscas), inexistentes nas m\u00eddias sociais ou pesquisas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Os&nbsp; homens s\u00e3o obcecados por pesquisas no Google pelo tamanho de seus p\u00eanis;&nbsp;<\/li><li>Mulheres fazem quase o mesmo n\u00famero de buscas expressando preocupa\u00e7\u00e3o sobre as pr\u00f3prias genitais que os homens. No entanto, a maior preocupa\u00e7\u00e3o expressada pelas mulheres \u00e9 o odor \u2014 e como podem melhor\u00e1-lo.&nbsp;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A simbologia do texto<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Outra tem\u00e1tica pol\u00eamica citada por Seth foi com base em estudos realizados pelos economistas Matt Gentzkow e Jesse Shapiro. Os estudiosos notaram algo interessante: dois jornais empregavam linguagens visivelmente diferentes para relatar a mesma hist\u00f3ria<strong>.\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Washington Times, que tem a reputa\u00e7\u00e3o de ser conservador, escreveu a seguinte manchete: \u201cHomossexuais \u2018se casam\u2019 em Massachusetts\u201d. J\u00e1 o Washington Post, que tem a reputa\u00e7\u00e3o de ser liberal, relatou uma vit\u00f3ria para os \u201ccasais do mesmo sexo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ora, o que isso pode nos mostrar em termos de netnografia? O\u00a0 uso de texto como dados nos d\u00e1 percep\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas sobre o que o p\u00fablico quer de verdade, que pode ser diferente do que autores ou produtores pensam que ele quer.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aqui entra outra percep\u00e7\u00e3o fant\u00e1stica evidenciada no livro. Ser\u00e3o as not\u00edcias positivas que vendem jornais ou programas?\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para Seth e sua an\u00e1lise sobre os dados na web: \u201cquanto mais positivo o conte\u00fado, maior a probabilidade de viralizar\u201d. Note que isso parece contradizer com a sabedoria jornal\u00edstica tradicional de que as pessoas s\u00e3o atra\u00eddas por hist\u00f3rias violentas e tr\u00e1gicas.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 bem verdade que a m\u00eddia de not\u00edcias oferece uma profus\u00e3o de hist\u00f3rias sombrias ao p\u00fablico. H\u00e1 algo de verdadeiro no ditado jornal\u00edstico que diz: \u201cse sangra, anda\u201d, acrescenta Seth, nesse trecho.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, o estudo dos professores da Wharton indica o contr\u00e1rio: que as pessoas preferem hist\u00f3rias mais alegres e positivas. Pode at\u00e9 sugerir um novo ditado: \u201cse \u00e9 feliz, \u00e9 compartilhado\u201d, essa nova verdade nas m\u00eddias digitais.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O case Netflix: o que falo n\u00e3o \u00e9 o que fa\u00e7o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Um exemplo atual e da ordem do dia. A Netflix (<a href=\"https:\/\/investnews.com.br\/cotacao\/nflx34-netflix\/\">NFLX34<\/a>) permitia que os usu\u00e1rios criassem uma lista de filmes a que queriam assistir no futuro, mas que n\u00e3o tinham tempo no momento.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, quando tivessem mais tempo, a Netflix lhes recordaria sobre aqueles filmes. Assim diziam seus usu\u00e1rios.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, a Netflix percebeu algo estranho nos dados. Os usu\u00e1rios enchiam suas listas com in\u00fameros filmes. Mas dias depois, quando eram notificados, raramente clicavam no link. Qual era o problema?\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>As pessoas mentiam para si mesmas reiteradamente. Diante dessa disparidade, a Netflix parou de perguntar aos usu\u00e1rios o que queriam assistir no futuro e come\u00e7ou a criar um modelo baseado em milh\u00f5es de cliques e visualiza\u00e7\u00f5es de clientes semelhantes. Ou seja, a caixinha m\u00e1gica do Google voltou!<\/p>\n\n\n\n<p>A empresa come\u00e7ou a oferecer aos usu\u00e1rios listas de filmes sugeridos com base n\u00e3o no que alegavam gostar, mas no que os dados disseram que gostariam de assistir. O que fazia.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado foi imediato: os clientes visitaram o site da Netflix com mais frequ\u00eancia e assistiram a mais filmes.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Fa\u00e7a a leitura fascinante deste livro que tem me influenciado nas decis\u00f5es estrat\u00e9gicas que venho tomando recentemente nas empresas que dirijo.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora olho mais o que fazem do que dizem que fazem!\u00a0<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-subtle-light-gray-background-color has-background\"><tbody><tr><td><em>*<\/em><strong><em>Aloisio Sotero<\/em><\/strong><em> \u00e9 Mentor em Finan\u00e7as e Matem\u00e1tica\u00a0 Comercial. Estrategista em\u00a0 Modelos de Neg\u00f3cios. Vice-diretor da Faculdade Central do Recife e membro associado do Instituto Brasileiro de Governan\u00e7a Corporativa (IBGC).<\/em><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><em>As informa\u00e7\u00f5es desta coluna s\u00e3o de inteira responsabilidade do autor e n\u00e3o do InvestNews e das institui\u00e7\u00f5es com as quais ele possui liga\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/em><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Veja tamb\u00e9m<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Vale a Leitura: \u2018<a href=\"https:\/\/investnews.com.br\/colunistas\/melhores-livros\/vale-a-leitura-reinvente-sua-empresa-e-uma-verdadeira-partitura-de-gestao\/\" class=\"rank-math-link\">Reinvente sua Empresa<\/a>\u2019 \u00e9 uma verdadeira partitura de gest\u00e3o<\/li><li>Existe um\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/investnews.com.br\/colunistas\/melhores-livros\/existe-um-guia-para-riqueza-felicidade-e-saude\/\" target=\"_blank\">guia para riqueza, felicidade e sa\u00fade<\/a>?<\/li><li>Como se preparar para uma\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/investnews.com.br\/colunistas\/melhores-livros\/como-se-preparar-para-uma-conversa-desafiadora\/\" target=\"_blank\">conversa desafiadora<\/a>?<\/li><li>Um guia pr\u00e1tico para\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/investnews.com.br\/colunistas\/melhores-livros\/como-focar-nos-problemas-certos\/\" target=\"_blank\">focar nos problemas certos<\/a><\/li><li>\u2018<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/investnews.com.br\/colunistas\/melhores-livros\/o-jeito-harvard-de-ser-feliz-investiga-a-conexao-entre-felicidade-e-sucesso\/\" target=\"_blank\">O Jeito Harvard de Ser Feliz<\/a>\u2019 investiga a conex\u00e3o entre felicidade e sucesso<\/li><li><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/investnews.com.br\/colunistas\/melhores-livros\/saiba-como-fugir-das-armadilhas-de-pensamentos-de-insensatez\/\" target=\"_blank\">\u2018A Arte de Pensar Claramente\u2019<\/a>: um livro sobre as armadilhas do pensamento<\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em &#8216;Todo mundo mente&#8217;, de Seth Stephens-Davidowitz, \u00e9 discutido sobre o comportamento dos indiv\u00edduos em diversos contextos, especialmente na internet. <\/p>\n","protected":false},"author":41,"featured_media":332256,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[2063],"tags":[271],"autor-wsj":[],"coauthors":[2316],"class_list":["post-349732","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-colunistas","tag-internet"],"acf":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/posts\/349732","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/users\/41"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/comments?post=349732"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/posts\/349732\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":349749,"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/posts\/349732\/revisions\/349749"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/media\/332256"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/media?parent=349732"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/categories?post=349732"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/tags?post=349732"},{"taxonomy":"autor-wsj","embeddable":true,"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/autor-wsj?post=349732"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/investnews.com.br\/inv-api\/wp\/v2\/coauthors?post=349732"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}