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Mercados hoje: balanço da Apple e dados de emprego no Brasil entram na lupa dos investidores

Decisões de juros no Brasil e EUA também vão impactar as decisões nesta quinta-feira

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Bom dia!
Os mercados acordam com um misto de cautela e otimismo depois da superquarta de decisões de juros e balanços. No Brasil, o mercado avalia a sinalização do Banco Central sobre um possível início do ciclo de cortes da Selic a partir de março. Lá fora, o Federal Reserve (Fed, o BC americano) deu poucas pistas sobre quanto tempo pode durar a pausa na queda de juros, após decisão ontem de manter as taxas entre 3,50% e 3,75% ao ano. Hoje tem ainda o balanço da Apple, após o fechamento dos mercados.

Enquanto você dormia…

  • Na pré-abertura, os futuros das bolsas de Nova York sinalizam leve otimismo: às 7h30, o S&P 500 futuro sobe +0,24% e o Nasdaq futuro avança +0,37%.
  • Na Europa, as bolsas também se mantêm em alta moderada, impulsionadas pelos balanços. O Stoxx 600 avança +0,34%.
  • Fechamento positivo também em boa parte da Ásia. O índice Nikke, da bolsa de Tóquio, encerrou com alta de +0,03%. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu +0,51%.
  • O índice dólar DXY segue estável, com leve alta de +0,02% aos 96,37 pontos. O petróleo Brent segue com avanço de +1,91% aos US$ 68,67 o barril. Os juros da Treasury de 10 anos subiram para 4,257% ao ano.


Destaques do dia

  • O Copom manteve a taxa básica de juros em 15% ao ano na primeira reunião de 2026, ocorrida na quarta-feira (28), marcando a quinta reunião consecutiva com juros inalterados no maior nível desde 2006.
  • A autoridade monetária sinalizou que um corte pode estar no radar para março, mas o cenário externo e a inflação ainda acima da meta pedem cautela.
  • Mais cedo na supequarta, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) iniciou uma pausa no ciclo de queda de juros e manteve as taxas entre 3,50% e 3,75% ao ano.
  • E daí? Juros altos continuam pesando sobre crédito e consumo, mas a sinalização mais assertiva sobre a proximidade do início do ciclo de queda de juros pode influenciar curva de juros e precificação de títulos públicos e de crédito privado.

Giro pelo mundo

  • A Microsoft entregou um resultado acima da expectativa dos analistas no segundo trimestre fiscal, encerrado em dezembro, mas o aumento de gastos por conta dos investimentos em inteligência artificial fez o mercado reagir mal. A companhia reportou receita de US$ 81,3 bilhões, alta de 17% em um ano, e lucro por ação de US$ 5,16, acima do consenso de mercado.
  • Mas a linha do balanço que influenciou mais o investidores foi outra: a empresa gastou US$ 37,5 bilhões em investimentos (capex) em apenas três meses, sobretudo na expansão de data centers e capacidade de computação para IA.

Giro pelo Brasil

  • Copom Selic: juros mantidos em 15%, maior nível em quase 20 anos, com possível abertura de cortes em março (BCB).
  • Dados do Caged entram no radar da manhã, com impacto em contratos e no mercado de trabalho.

Giro corporativo

  • IPO PicPay: além da arrecadação de US$ 434 milhões (R$ 2,2 bilhões), a oferta pode chegar a quase US$ 499 milhões com lote extra, reforçando a boa demanda internacional por ativos brasileiros.
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Agenda do dia


Ótima quinta-feira e bons negócios!

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