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Rombo do Will Bank para o FGC alcança R$ 6,3 bilhões

Junto com os valores elegíveis do Banco Master, a cifra a ser reembolsada sobe para R$ 47,3 bilhões

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O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) divulgou nesta quarta-feira uma estimativa de R$ 6,3 bilhões para o pagamento de depositantes e títulos elegíveis aos pagamentos com a liquidação do Will Bank.

O mercado estimava valores entre R$ 6,5 bilhões e R$ 7,5 bilhões que estariam elegíveis ao ressarcimento para investidores e depositantes. Com a confirmação do fundo, o total de indenizações ligadas ao conglomerado do Banco Master já alcança R$ 47,3 bilhões, cerca de 40% do caixa do FGC.

A partir da liquidação extrajudicial do Will Bank, decretada eplo Banco Central nesta quarta-feira (21), as negociações com CDBs da instituiçnao ficam paralisadas e os depósitos, bloqueados. E isso vale tanto para novos depósitos e resgates quanto para compra e venda no mercado secundário.

A partir desta data, o FGC vai fazer as contas para assumir os pagamentos. Os reembolsos do fundo acontecem só depois que o fundo recebe a lista de credores, que é enviada pelo liquidante, escolhido pelo BC. Apenas com essa lista em mãos é que o FGC conseguirá definir o cronograma de devolução do dinheiro.

Ainda não há informações de quanto tempo vai demorar para isso acontecer. Como os desembolsos do Banco Master já estão em curso, espera-se que o pagamento do Will Bank não leve tanto tempo como foi com o controlador.

E não são só os CDBs que deixam de ser negociados. Outros produtos financeiros também são congelados: conta corrente, poupança, RDBs (Recibos de Depósito Bancário) – semelhantes a um CDB comum, mas, em geral, com menos liquidez – e letras de crédito, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA).

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