O grupo controlado por Rubens Ometto e André Esteves afirma que a oferta será coordenada por diversas instituições financeiras e incluirá esforços de colocação no exterior, dependendo de aprovações regulatórias e condições de mercado.
Segundo a Cosan, a Compass também solicitou a migração do segmento de listagem básico para o Novo Mercado da B3, o que está sob análise.
Expectativa de R$ 5 bi
O Broadcast informou recentemente que a Cosan, dona de 88% da Compass, estaria buscando cerca de R$ 5 bilhões com a oferta.
Empresa de infraestrutura regulada no Brasil costuma valer entre seis e oito vezes sua geração anual de caixa – no caso da Compass, o Ebitda anual gira em torno dos R$ 5 bilhões. Aplicando um desconto pela pressa e o momento da Cosan, a empresa de gás natural poderia ser avaliada em algo perto de R$ 25 bilhões.
Nesse cenário, a venda de cerca de 20% das ações da Cosan poderia chegar ao montante pretendido. A Compass chegou a ensaiar um IPO em 2021, porém as condições oferecidas à época não agradaram e a operação foi suspensa.
Os termos da oferta, como quantidade de ações e preço, serão definidos em data de precificação, com consulta a investidores institucionais no Brasil e no exterior. A oferta está sujeita à aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da B3, além de autorizações societárias e condições de mercado.
A Cosan é um conglomerado brasileiro com atuação em setores como energia, infraestrutura e logística. Controla empresas como Raízen, Rumo e Moove.
Neste mês, a empresa Cosan decidiu não seguir com as negociações de capitalização da Raízen, após não conseguir igualar o aporte financeiro prometido pela Shell, resultando na busca de novas estratégias para evitar a recuperação judicial da produtora de açúcar e etanol.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.