A Embraer disse em maio que não havia previsão contratual de redução adicional, em meio à intenção da FAB por novo corte nas encomendas.
A Embraer afirmou nesta manhã em comunicado ao mercado que “avaliará o cabimento da decisão da União” e pode analisar os “termos aplicáveis para assegurar o reequilíbrio econômico e financeiro dos contratos, bem como os efeitos da eventual supressão da aeronave em seus negócios e resultados”.
29/09/2021
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