Hoje, há dois hotéis Fasano fora do Brasil. Um em Punta del Este e outro em Nova York – em frente ao Central Park. E existem a mais três em desenvolvimento: em Londres, Miami e na ilha italiana da Sardenha, à beira do mar. O de Milão, portanto, será o sexto no exterior.
O imóvel fica no centro da cidade, numa rua tão estreita quanto chique. O endereço, Via Bigli número 9, está fincado no “Quadrilátero da Moda”, como os milaneses chamam. É basicamente um shopping de alto padrão a céu aberto, com lojas Gucci, Prada, Louis Vuitton, Dior… A turma toda, enfim.
O palácio está em uso. Os 4 mil m² da edificação abrigam oito apartamentos e um pátio interno. A transformação em hotel deve levar três anos.
A JHSF tem shoppings (como o Cidade Jardim, em São Paulo), aeroporto executivo (o Catarina, em São Roque) e empreendimentos diversos, que eles chamam de “Residences e Clubs” (como o condomínio Fazenda Boa Vista e o São Paulo Surf Club). A unidade de negócios “Hospitalidade e Gastronomia”, onde entram os hotéis Fasano respondeu por 11% do lucro operacional recorrente, que foi de R$ 154 milhões no terceiro trimestre de 2025.
Dos demais negócios, o aeroporto respondeu por 24%; os shoppings, por 31% e o Residences por 34%. O resultado do quarto tri ano sai no dia 26 de março.
