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Justiça aprova edital para venda de unidade de serviços telefônicos da Oi

Justiça autorizou edital para venda de UPI da operadora abrangendo telefonia fixa e serviços essenciais até 2028

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A Oi informou que a Justiça aprovou a publicação de edital para a venda judicial de uma unidade produtiva isolada (UPI) formada por ativos ligados à operação de serviços telefônicos da companhia.

Segundo fato relevante divulgado pela empresa, a decisão foi proferida em 9 de março no processo que tramita na 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, no âmbito da recuperação judicial da operadora.

De acordo com a empresa, a chamada UPI Serviços Telefônicos reúne ativos relacionados a diferentes atividades da operação de telefonia fixa. Entre eles estão a prestação do serviço telefônico fixo comutado (STFC), a continuidade da oferta de serviços de voz fixa em 6.571 localidades onde a companhia atua como operadora de última instância até dezembro de 2028, além da operação de números de utilidade pública, como 190, 192 e 193.

O pacote também inclui interconexões, infraestrutura de torres e redes, serviços de manutenção de telefones públicos, além da base de clientes, contratos de trabalho, acordos com fornecedores e outros ativos e obrigações ligados a essas operações.

A Justiça também marcou para 8 de abril, às 15h, a audiência para abertura das propostas fechadas de interessados na compra da unidade, em um processo competitivo judicial.

A Oi é uma das maiores empresas de telecomunicações do Brasil, mas enfrenta há anos dificuldades financeiras. Em crise desde 2016, a companhia vem promovendo uma ampla reestruturação e já vendeu ativos relevantes, como sua operação de telefonia móvel e parte da infraestrutura de fibra óptica, para concentrar suas atividades no negócio de internet de alta velocidade.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

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