A iniciativa incluiu a convocação de assembleias gerais de debenturistas das suas 8ª a 12ª emissões de debêntures, além de reuniões com debenturistas de suas controladas, como parte do processo de negociação.
Segundo a Oncoclínicas, as assembleias visam deliberar sobre a concessão de uma renúncia prévia para a possível não conformidade com o índice financeiro dívida líquida/EBITDA, baseado nas demonstrações financeiras de 2025. Pelas cláusulas contratuais com os credores, chamadas covenants, o índice não poderia ultrapassar 3,5 vezes. A empresa acredita que essas medidas são essenciais para continuar executando sua agenda estratégica e manter suas operações.
O Grupo Oncoclínicas é líder no setor de tratamento oncológico no Brasil, oferecendo serviços integrados como quimioterapia, radioterapia e diagnóstico. Atualmente, 18% dos médicos do setor são A empresa cresceu por meio de aquisições e parcerias, consolidando sua presença em um segmento de alta demanda.
Mais recentemente, no entanto, a Oncoclínicas enfrenta uma crise de governança e financeira, resultando na perda de médicos e aumento da cautela de fornecedores e parceiros devido ao perfil de crédito incerto. A incerteza sobre a exposição da Oncoclínicas ao Banco Master complica a situação.
Na última semana, a empresa anunciou a substituição do CEO Bruno Ferrari, seu fundador, por Carlos Gil, Chief Medical Officer (CMO) da Oncoclínicas e presidente do Instituto Oncoclínicas. Pouco antes, trouxe a ex-CFO da Americanas, Camille Faria, como nova vice-presidente. Faria é vista como peça-chave para liderar um processo de ajuste estratégico.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
