Economia
Ficou Sabendo? Instabilidade no WhatsApp; renda maior no Minha Casa, Minha Vida
E ainda: Chegou a R$ 170 milhões o total de créditos tributários autorizados para bancar descontos na compra de carros novos.
WhatsApp e outras redes do Meta apresentaram instabilidade
As redes sociais controladas pelo Meta, antigo Facebook, apresentaram instabilidade na tarde desta sexta-feira do (16). O WhatsApp, por exemplo, deixou de enviar mensagens de áudio e recursos como uso figurinhas e fotos também apresentaram problemas.
Já no Instagram, usuários foram ao Twitter reclamar de dificuldade ao tentar compartilhar Stories.
O Downdetector, plataforma que monitora o funcionamento de serviços on-line, registrou 4.573 notificações sobre falhas no WhatsApp até às 15h59.
No caso do Instagram, esse número foi de 1.060 problemas reportados até as 16h. O Facebook teve 500 ocorrências registradas.
Os serviços parecem já ter voltado a funcionar, e a empresa ainda não se pronunciou sobre o motivo da falha.
- Descubra a história do Facebook e a aquisição de outras redes sociais
Governo estuda Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda mensal de até R$12 mil, diz ministro
O ministro das Cidades, Jader Filho, disse nesta sexta-feira que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem estudos internos para viabilizar a ampliação do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda mensal de até R$ 12 mil.
A possibilidade de ampliar o programa para esta faixa de renda foi cogitada por Lula na estreia de sua transmissão semanal ao vivo nas redes sociais nesta semana.
Segundo Jader Filho, o assunto está sendo tratado pela pasta das Cidades, pela Casa Civil e pela Caixa Econômica Federal, que é a gestora do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O objetivo é saber os impactos de elevar o teto de renda do programa de R$ 8 mil mensais para R$ 12 mil de renda mensal.
O ministro disse ainda que a elevação na faixa de renda deve obrigatoriamente aumentar o valor máximo do imóvel que será financiado de R$ 350 mil para algo em torno R$ 500 mil a R$ 600 mil.
Montadoras de carros pedem mais R$ 20 mi e crédito liberado para descontos chega a R$ 170 mi
Chegou a R$ 170 milhões o total de créditos tributários autorizados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) para bancar descontos no valor de carros, conforme programa lançado no último dia 5 pelo governo Lula.
No primeiro balanço divulgado pela pasta, na quarta-feira (14), o Executivo já havia liberado R$ 150 milhões dos R$ 500 milhões separados para subsidiar a concessão dos descontos em veículos leves. Agora, a fatia autorizada já chega a 34% do crédito disponível.
Por outro lado, não houve avanços na solicitação dos recursos para patrocinar bônus no segmento de caminhões e ônibus. Segundo o Mdic, dez montadoras aderiam na modalidade ônibus e doze na de caminhões. Já foram R$ 100 milhões para caminhões – 14% dos R$ 700 milhões separados -, e R$ 120 milhões para ônibus – 40% do dos R$ 300 milhões reservados.
Na quarta, inicialmente, a pasta divulgou o montante de R$ 90 milhões liberados para veículos de transporte coletivo, mas o dado foi atualizado para o patamar de R$ 120 milhões, mantido no balanço de hoje.
*Com informações da Reuters e do Estadão Conteúdo
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