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Bitcoin devolve ganhos e cai abaixo de US$ 90 mil

As principais altcoins também operam no vermelho, seguindo o movimento da principal moeda do mercado

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O bitcoin (BTC) opera em queda na manhã desta quinta-feira (8), enquanto traders digerem dados macroeconômicos e colocam parte dos lucros no bolso.

A criptomoeda é negociada na faixa dos US$ 89 mil, já distante dos quase US$ 94 mil vistos no fim de semana.

As principais altcoins – termo usado para qualquer cripto diferente do BTC – também operam no vermelho, seguindo o movimento da principal moeda do mercado.

“Após a forte valorização (do bitcoin) registrada nos últimos dias, é um comportamento típico após ralis mais acelerados”, disse Guilherme Prado, country manager da Bitget no Brasil.

Em Nova York, os futuros de ações também seguem em queda: o Dow Jones recua 0,38%, o S&P 500 cai 0,24% e o Nasdaq perde 0,32%.

O mercado segue em modo de espera, ainda repercutindo os dados de emprego dos EUA divulgados ontem e de olho no noticiário geopolítico.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h30.

Bitcoin (BTC):  -2,47%, US$ 89.696,71

Ethereum (ETH): -3,92%, US$ 3.087,19

XRP (XRP): -7,59%, US$ 2,07

BNB (BNB): -2,69%, US$ 882,47

Solana (SOL): +2,81%, US$ 133,83

Outros destaques do mercado cripto

Ceará quer minerar cripto. O belo estado do Ceará quer entrar de vez no mapa da mineração de criptomoedas. A ideia da Empresa de Tecnologia da Informação do estado (Etice) é atrair mineradores oferecendo a infraestrutura necessária para a atividade – que, convenhamos, consome uma energia danada. O plano é disponibilizar 6 mil quilômetros do Cinturão Digital, a maior rede pública de banda larga do Brasil, segundo o próprio estado, para data centers.

Nova bolsa no Brasil – sem cripto. A B3 deve ganhar uma concorrente no Brasil. A Base Exchange, controlada pelo fundo soberano Mubadala, tem lançamento previsto por aqui para 2027. Mas já chega com uma decisão clara: nada de criptos. O CEO da empresa, Claudio Pracownik, afirmou que os ativos digitais têm fundamentos econômicos e perfis de risco muito diferentes e que, no fim das contas, disputam espaço com ações na alocação de capital.

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Banco cripto ligado a Trump. A World Liberty Financial, empresa cripto ligada à família do presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que uma entidade associada ao grupo entrou com pedido de licença para virar uma trust company nos Estados Unidos. Caso seja aprovada, a nova empresa vai operar como uma espécie de “banco cripto” em nível nacional, podendo oferecer serviços de custódia, liquidação financeira e conversão de stablecoins, entre outros.

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