Newsletter

Mercados hoje: em dia de agenda leve nos EUA, índices oscilam perto da estabilidade

Em dia de agenda mais fraca nos EUA, índices americanos começam o dia perto da estabilidade

Publicidade

Bom dia!
Nesta sexta-feira, o mercado acorda com naquele clima clássico de fim de ano: em compasso de espera. Lá fora, a agenda de indicadores nos EUA é mais vazia, enquanto os investidores no Brasil dia começam o dia acompanhando o movimento das bolsas americanas, em um período em que o Ibovespa se afasta dos 160 mil pontos.

Enquanto você dormia…

  • O mercado global é pouco movimentado, após dados de inflação nos EUA ontem mais fracos.
  • Futuros de NY: S&P 500 e Nasdaq operam estáveis.
  • Europa e Ásia: bolsas asiáticas fecharam sem direção definida, com Tóquio sendo sustentada pelo desempenho dos bancos; na Europa, índices operam próximos da estabilidade, com pouco volume.
  • O Índice Dólar (DXY) opera estável;
  • O petróleo segue sem direção clara, enquanto os juros dos títulos de dívida dos EUA (Treasuries) de 10 anos oscilam pouco.

Destaques do dia

  • Sem divulgação de grandes indicadores nos EUA nesta sexta-feira, o mercado internacional opera em modo defensivo, ainda na expectativa de que haverá um afrouxamento na política monetária no ano que vem.
  • No pano de fundo, o fim do ano reduz liquidez e amplia a sensibilidade dos mercados a notícias no curto prazo.
  • E daí? Em dias assim, ativos brasileiros costumam reagir mais ao fluxo externo e ao câmbio, com ações e juros suscetíveis a alguma volatilidade.

Giro pelo mundo

  • Estados Unidos: ausência de dados relevantes coloca movimento das bolsas em evidência, sobretudo das grandes ações de tecnologia;
  • Europa: investidores seguem cautelosos com crescimento fraco e inflação ainda resistente em alguns países;.
  • Ásia: bancos japoneses sustentam o mercado em Tóquio; na China, bolsas seguem sem tendência definida. O Banco do Japão aumentou a taxa de juros para 0,75%, o nível mais alto em cerca de 30 anos, e sinalizou que está preparado para mais altas se a inflação e os salários continuarem subindo.
  • Commodities: petróleo e metais operam sem direção, com tendência de queda.

Giro pelo Brasil

  • Câmbio: dólar segue próximo da estabilidade, reagindo mais ao humor externo
  • Juros: apenas ajustes pontuais, com investidores evitando posições grandes antes do recesso.
  • Fiscal: temas ligados ao orçamento e a medidas de compensação fiscal seguem no radar.

Giro corporativo

  • Dividendos em destaque: a Guararapes, dona da Riachuelo, vendeu o Midway Mall por cerca de R$ 1,61 bilhão e anunciou pagamento de dividendos, com a família Rocha ficando com 75% do bolo – tema relevante para papéis de varejo e rendimento de acionistas.
  • Reestruturação de dívidas: no acordo entre bancos e o grupo IG4 pela Braskem, uma dívida de cerca de R$ 20 bilhões foi convertida em ganho futuro, sinalizando negociações ativas para ajustar o perfil de passivos de grandes empresas.
  • Investimento estrangeiro: o grupo português Mota-Engil está avaliando um aporte de mais de US$ 5 bilhões na Bahia Mineração, um movimento que destaca interesse internacional em ativos de infraestrutura e mineração no Brasil.

Agenda do dia

Publicidade
  • Confiança do consumidor (FGV) de novembro – calibram as expectativas para o consumo do brasileiro e para os índices de preços na economia.
  • Investimento estrangeiro direto (BC) de novembro – ajudam a entender fluxos de capital e conta externa do país.
  • Indicadores de moradia nos EUA de novembro – ajudam a entender o nível de aquecimento da economia americana.
Exit mobile version