
Esse mercado não surgiu agora. Ao longo de 2025, o uso dessas criptos já movimentou cerca de R$ 20 bilhões.
E tem mais vindo por aí: nos últimos meses, a B3 e o ex-diretor do Banco Central, Tony Volpon, divulgaram que novos tokens atrelados ao real vão entrar em cena neste ano.
Ainda assim, vale colocar em perspectiva: o mercado brasileiro segue minúsculo perto das stablecoins em dólar. Juntas, USDT e USDC (as duas maiores do setor) somam cerca de US$ 264 bilhões em valor de mercado – algo equivalente a duas Petrobras.
Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h25.
Bitcoin (BTC): +1,22%, US$ 70.579,62
Ethereum (ETH): -0,58%, US$ 2.146,22
XRP (XRP): -0,09%, US$ 1,45
BNB (BNB): -0,14%, US$ 643,70
Solana (SOL): +20,20%, US$ 89,34
Outros destaques do mercado cripto
Cripto turbina tesouraria. A Méliuz, plataforma brasileira de cashback e cupons que mantém parte da tesouraria em bitcoin, divulgou ontem o balanço do 4º trimestre de 2025. O resultado animou o mercado – e o papel fechou com alta de 11%. Além dos números, a empresa deu um recado claro: quer avançar na criação de produtos que conectem investidores ao universo cripto.
Impasses na lei cripto. O projeto que cria regras para o mercado de criptomoedas nos EUA, o Clarity Act, segue naquele “quase vai” há semanas – e ainda não destravou. Republicanos se reuniram na quinta para tentar fechar os últimos pontos que devem definir como o setor será regulado. A novela continua girando em torno de recompensas de stablecoins (uma espécie de “rendimento” em cripto), algo que os bancos não curtem nada.
De olho no ouro tokenizado. O World Gold Council, organização que atua para promover o metal, quer dar um upgrade no mercado de ouro tokenizado – e, de quebra, ganhar espaço no mundo cripto. Em parceria com o Boston Consulting Group, a entidade propôs um modelo chamado “Gold as a Service”, que cria uma espécie de infraestrutura compartilhada para lastrear tokens em ouro físico.
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