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O último investimento de Warren Buffett como CEO da Berkshire: The New York Times

Buffett, que deixou o cargo de CEO em 31 de dezembro, parecia ter retomado a busca por aquisições nos últimos trimestres

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A Berkshire Hathaway reduziu sua participação na Amazon em mais de 75% no quarto trimestre, ao mesmo tempo em que montou uma posição no jornal americano The New York Times — a última nova aposta de Warren Buffett como CEO.

O conglomerado adquiriu 5,1 milhões de ações da empresa de mídia nos três meses até dezembro, participação avaliada em US$ 351,7 milhões no fim do ano, segundo documento regulatório divulgado na terça-feira.

A Berkshire comprou ações da Amazon pela primeira vez em 2019. Buffett, hoje com 95 anos, disse na época que, apesar de sua histórica aversão a ações de tecnologia, havia sido “um idiota por não ter comprado antes” papéis da gigante do varejo online. Agora, a empresa detém cerca de 2,3 milhões de ações da Amazon.

As ações do New York Times subiram 1,8%, para US$ 75,39, nas negociações iniciais de quarta-feira, às 8h33 em Nova York. A Amazon avançava 1,3%.

A Berkshire também continuou reduzindo suas participações no Bank of America e na Apple no quarto trimestre, para 7,1% e 1,5%, respectivamente. Buffett começou a cortar essas posições em 2024.

Ao mesmo tempo, elevou as fatias na produtora de petróleo Chevron e na seguradora Chubb, para 6,5% e 8,7%, respectivamente.

A Berkshire revelou seu investimento inicial na Chubb em maio de 2024, após ter montado a posição de forma discreta no ano anterior. As ações da Chubb subiram cerca de 11% no quarto trimestre depois que uma publicação especializada informou que a companhia teria feito uma abordagem informal para comprar a American International Group. A empresa negou que qualquer oferta tenha sido feita.

Buffett, que deixou o cargo de CEO em 31 de dezembro, parecia ter retomado a busca por aquisições nos últimos trimestres. Ele fechou um acordo para comprar o negócio petroquímico da Occidental Petroleum por US$ 9,7 bilhões e montou uma participação de US$ 5,6 bilhões na Alphabet Inc., controladora do Google.

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