Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h30.
Bitcoin (BTC): +1,50%, US$ 68.014,11
Ethereum (ETH): +1,80%, US$ 1.988,99
XRP (XRP): +1,70%, US$ 1,40
BNB (BNB): +4,25%, US$ 617,29
Solana (SOL): +0,79%, US$ 81,83
Outros destaques do mercado cripto
Cripto vira palanque no Brasil. As eleições brasileiras já movimentam a Polymarket, plataforma de previsões que permite apostar em eventos futuros com criptos. Por lá, usuários já colocaram US$ 17,5 milhões (cerca de R$ 90 milhões) no pleito. Lula aparece na frente, com 50% das probabilidades, enquanto Flávio Bolsonaro surge em segundo, com 30,9%. No protocolo, é possível comprar tokens de “sim” ou “não”, que representam os possíveis resultados da eleição. Se o palpite se confirmar, o investidor troca os tokens pelo valor proporcional ao montante apostado.
JPMorgan vê copo mais cheio. Apesar da fase de correção no mercado cripto, o JPMorgan mantém um tom construtivo para 2026. Em relatório, o banco afirma esperar uma retomada dos fluxos para ativos digitais, desta vez liderada por investidores institucionais, que têm demonstrado mais apetite do que o varejo. Na avaliação da casa, esse perfil de demanda cria as condições para um possível repique caso haja nova rotação de capital em direção ao setor.
BlackRock vai para o DeFi. A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, tem um token próprio, o BUIDL, lastreado em títulos do Tesouro dos EUA – considerados os papéis mais seguros do planeta. Pois a empresa decidiu levar esse ativo digital para negociação na Uniswap, uma exchange descentralizada. Na prática, o movimento empurra a gigante mais badalada de Wall Street para dentro do universo das finanças descentralizadas (DeFi) e amplia o alcance do token no ecossistema cripto. O mercado, claro, viu o passo com bons olhos.
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