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Análise

Morning Call: após 5 semanas de queda, Ibovespa tenta se recuperar

Os principais fatos que podem impactar os mercados hoje e uma breve análise do índice Bovespa.

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Tempo médio de leitura: 3 minutos

Destaques:

  • Os mercados futuros de Nova York iniciam o dia em alta, ainda na esperança em acordo para o pacote fiscal para combater os efeitos da covid, mesmo que fatiado, antes da eleição americana; Mais cedo, na Ásia, PMI de serviços chinês avançou de 54 pontos em agosto para 54,8 em setembro, foi o quinto mês seguido de alta e na volta do feriado na China, a bolsa de Xangai reagiu bem e subiu 1,68%;
  • No Brasil, o destaque de hoje é a divulgação do IPCA de setembro e uma surpresa negativa com a inflação tende a impactar alguns mercado (como de juros), que atualmente já reflete os riscos fiscais;
  • Há instantes, o S&P 500 futuro subia em torno de 0,40%; Londres (+0,61%); Frankfurt (-0,03%); Paris (+0,38%).  

Cenário global e bolsa brasileira ontem:

  • A entrevista da presidente da Câmara, Nancy Pelosi, rejeitando um pacote fatiado de estímulos, desanimou Wall Street, que esperava, pelo menos, ajuda às companhias aéreas. Mas a novela deve continuar, pois democratas e republicanos continuam a negociar;
  • Também pesou sobre as bolsas americanas, os pedidos semanais de seguro-desemprego, que ficaram em 840 mil, acima da expectativa (825 mil). Mas prevaleceu o otimismo; S&P 500 (+0,80%); Nasdaq (+0,50%);
  • No Brasil, com euforia, o Ibovespa superou os riscos fiscais, no qual depende da PEC do Pacto Federativo, que inclui o programa Renda Cidadã, porém pode sair um pouco do foco no curto prazo, já que uma decisão definitiva deve ocorrer após a eleição municipal;
  • Puxado pelo setor bancário, Petrobras e Vale, o Ibovespa fechou em forte alta de 2,51%, aos 97.919,73 pontos, perto da máxima do dia, com giro financeiro de R$ 26,5 bilhões.

Análise Gráfica – IBOV:

  • No gráfico diário do Índice Bovespa, nesta semana o IBOV tentou um repique de alta (dentro de uma tendência de baixa) ao se aproximar da máxima do dia 28 de setembro (98.300 pontos) e no caminho encontrou com a resistência das duas médias móveis (21 e 200 períodos), fechando acima delas ontem. O movimento é importante, porém ainda é um primeiro sinal que precisará se provar nos próximos dias;  
  • Suporte: 93.400 (mínima de 29 de setembro)
  • Resistência: 98.000 (média móvel de 21 períodos)
Indicadores
Brasil:
IPCA (IBGE)
IPC-S Capitais Q1 (FGV)
IGP-M (primeira prévia de outubro) (FGV)
EUA:
Poços de petróleo em atividade (Baker Hughes)
Estoque no atacado (Departamento do Comércio)
Europa:
Reino Unido: PIB mensal / Produção Industrial 

* Esse é um conteúdo de análise de um especialista de investimentos da Easynvest, sem cunho jornalístico. 

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