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Análise

Morning Call: bolsas globais abrem o dia com alta consistente

Os principais fatos que podem impactar os mercados hoje e um breve resumo do fechamento das bolsas ontem.

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Destaques:

  • Com mais uma rodada de resultados trimestrais do setor bancário e da produção industrial nos EUA, os índices futuros em NY abrem o dia em alta consistente;
  • Há também, uma expectativa positiva com testes de vacina contra a covid, da Moderna; Há instantes, o S&P 500 futuro subia em torno de (+0,93%) e o Nasdaq (+0,55%);
  • As bolsas europeias se recuperam da queda de ontem, o índice europeu Stoxx 600 sobe em torno de (+1,5%).

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Brasil:

  • Ontem, a bolsa brasileira foi puxada pela recuperação em NY e caiu bem a declaração do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, de que, a partir de hoje, a Casa vai retomar a discussão sobre a reforma tributária;
  • Cotação: o Ibovespa segurou firme para fechar aos 100.440,23 pontos, em alta de (+1,77%), com giro financeiro de R$ 29,3 bilhões;

Análise Gráfica – IBOV: 

  • No gráfico diário do índice Bovespa, ao fechar acima dos 100 mil pontos, o IBOV reagiu bem ao dia anterior, quando fechou abaixo deste nível em um pregão negativo;
  • Aos pouco e gradualmente, o Ibovespa vai tentando se consolidar na tendência de alta principal, porém é evidente a dificuldade de superar a resistência dos 100 mil pontos;
  • Resistência: 100.000 (nível que a força vendedora pode se intensificar)
  • Suporte: 93.300 (nível que a força compradora pode se intensificar)

EUA: 

  • Ontem, as bolsas americanas reagiram bem aos balanços dos bancos (JP Morgan e Wells Fargo), que apesar das quedas nos lucros, não trouxeram instabilidade ao mercado, pois todos os setores estão sendo afetados economicamente pela crise do coronavírus e neste caso, já era esperado também;
  • Com os casos de contágio mostrando mais estabilidade na Califórnia, que havia tornado mais rígidas as restrições ao comércio, foi o suficiente para os investidores retomarem a confiança e puxar o mercado acionário para cima;  
  • Cotação: o Dow Jones subiu (+2,13%), o S&P 500 (+1,34%) (3.197,52) e o Nasdaq (+0,94%).

Europa: 

  • As bolsas europeias precificaram ontem o caso da Califórnia, porque estavam fechadas no horário que o governo anunciou ter dado um passo atrás na reabertura de vários negócios no estado, admitindo que o cenário do coronavírus é preocupante na região;
  • Além disso, a produção industrial da zona do euro em maio ante abril subiu 12,5%, menos que a projeção (+13,2%). Na Alemanha, o índice Zew de expectativas econômicas de julho piorou, caindo de 63,4 pontos em junho para 59,3 em julho. E a produção industrial britânica em maio ante junho também frustrou, subindo 6% (previsão era de +7,5%).
  • Cotação: a bolsa de Frankfurt caiu (-0,87%), Londres subiu (+0,08%), Paris (-0,97%) e Madri (-1,02%).

Ásia: 

  • Mais cedo na Ásia, as bolsas tiveram fechamento misto, com ameças de conflitos geopolíticos envolvendo Hong Kong;
  • Cotação: Xangai caiu (-1,56%), Hong Kong fechou estável (+0,01%); a alta das bolsas de NY puxaram o Nikkei, no Japão (+1,59%) e Kospi de Seul (+0,84%).

Dólar:

  • O ambiente interno não ajuda estabilizar o câmbio, problemas que vão desde a imagem do país no exterior na condução da pandemia, queimadas na Amazônia, até a complicada situação fiscal e reformas que não andam;
  • Cotação: em dia de alta volatilidade, a moeda americana foi da máxima de R$ 5,4538 à mínima de R$ 5,3321, para fechar em queda de (-0,73%), a R$ 5,35.

Commodities:

  • Petróleo: tipo Brent para setembro avança 1%, negociado a US$ 43,33 o barril;
  • Ouro: cai em torno de 0,15%, negociado a US$ 1.810,45 a onça-troy.

Indicadores:
Brasil:

  • Fluxo cambial semanal (Banco Central)
  • IGP-10 (julho) (FGV)
  • Monitor do PIB (FGV)

EUA:

  • Estoques de petróleo (DOE)
  • Livro Bege (Fed)
  • Produção Industrial (junho)

Europa:

  • Reino Unido: Inflação (junho) (IPC e IPP)

Ásia:

  • China: PIB (2TRI) / Taxa de desemprego / Produção Industrial / Vendas no Varejo

* Esse é um conteúdo de análise de um especialista de investimentos da Easynvest, sem cunho jornalístico. 

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