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Análise

Morning call: Petrobras, Vale, Bradesco e Selic são as protagonistas do dia

Os principais fatos que podem impactar os mercados hoje e uma breve análise do índice Bovespa.

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Tempo médio de leitura: 3 minutos

Destaques:

  • Dando continuidade nas quedas de ontem, hoje as bolsas globais iniciam o dia operando em forte baixa com incertezas sobre a eleição presidencial americana e segunda onda da pandemia; nos EUA foi constatado um recorde de 70 mil novos casos de covid na média diária; na Europa há possibilidade da França, Alemanha e Reino Unido anunciarem novas restrições, assim como, Itália e Espanha; desta forma fica mais complicada a retomada econômica e as bolsas sofrem; há instantes, Dow Jones futuro (-1,59%), Frankfurt (-3,02%), Londres (-1,53%) e Paris (-2,65%);
  • Aqui os ruídos políticos voltaram à cena ontem, que traz insegurança ao avanço das reformas e deixa o investidor atento a fragilidade fiscal e pressões inflacionárias. Mas o mercado está de olho no pós-fechamento, com o Copom, que deve manter a Selic em 2% ao ano e os balanços de três pesos pesados: Bradesco, Vale e Petrobras.

Cenário global e bolsa brasileira ontem:

  • Os crescentes casos de coronavírus nos Estados Unidos e na Europa continuam a machucar a renda variável, que piora pelo fato de as novas vacinas ainda não possuírem uma previsão, no curto prazo;
  • Com o temor da doença, a confiança do consumidor americano em outubro (Conference Board) caiu a 100,9 pontos, abaixo da expectativa;
  • O ambiente político no Brasil, voltou aos seu normal. A base do governo anda obstruindo votações por ela considerada indesejáveis e causou divergências com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia; daí, o Ibovespa piorou, perdeu os 100 mil pontos, para fechar em baixa de 1,40%, aos 99.605,54 pontos, com giro financeiro de R$ 24,1 bilhões;
  • O balanço do Santander, tão esperado, teve diferentes interpretações, com analistas elogiando os resultados e outros apontando fragilidades, como a provisão para devedores duvidosos. A Unit do banco (SANB11) fechou em baixa de 4,73% e arrastou todo o setor, que publicará balanços nos próximos dias.

Análise Gráfica – IBOV:

  • No gráfico diário, conforme comentamos durante toda a semana passada:
  • Se a bolsa brasileira for contaminada por movimentos externos ou até mesmo a volta de ruídos políticos no Brasil, seria natural uma correção até 97.700, porém sem comprometer a tendência atual de alta. 
  • É exatamente este movimento que aconteceu nos últimos três pregões de queda e o momento é de paciência para esperar as confirmações e tomar decisões coerentes.  
  • Suporte: 97.700 (mínima de 15 de outubro)
  • Resistência: 102.200 (máxima de 23 de outubro)
Indicadores
Brasil:
Copom (decisão de política monetária para taxa Selic)
Fluxo cambial semanal  
Sondagem da Indústria e Construção (CNI)
Balanços: Gerdau (antes da abertura); Bradesco, Cesp, Pão de Açúcar, Multiplan, Odontoprev, Tupy, Petrobras e Vale (após o fechamento) 
EUA:
Estoques de petróleo (DOE)
Estoques no atacado (Departamento do Comércio)
Índice de pedidos de hipotecas 
Balanço: Boing, GE, GM, Heineken, Mastercard, Ford, Visa

* Esse é um conteúdo de análise de um especialista de investimentos da Easynvest, sem cunho jornalístico. 

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