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Com Selic em alta, o que é melhor: pré-fixado, pós ou híbrido?

Assista a este Cafeína e entenda as particularidades de cada uma das remunerações.

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Com a taxa básica de juros em 13,25%, onde é possível encontrar produtos financeiros em renda fixa que retornem 1% ao mês bruto (sem considerar imposto de renda, inflação ou taxas)? Além disso, o que é mais vantajoso: apostar em pré-fixados, pós ou híbridos?

A remuneração dos títulos de renda fixa muda conforme os três tipos apontados. Veja abaixo como funciona cada um deles:

Prefixados

Nessa modalidade, no momento da aplicação o investidor sabe qual será o rendimento do título até seu vencimento. O que significa que a rentabilidade será a mesma se os juros subirem ou caírem durante o período da vigência do investimento.

Pós-fixados

Neste caso a rentabilidade acompanha um indicador, como IPCA ou a Selic e não é possível saber antecipadamente qual será o retorno durante todo o tempo investido. No entanto, esse é o tipo mais “conservador” uma vez que títulos pós-fixados acompanham de forma mais próxima a performance dos juros ou da inflação.

Híbridos

Os títulos híbridos combinam características dos títulos pré e pós-fixados. Parte da rentabilidade será fixa, conhecida no momento da aplicação, e outra parte vai acompanhar um índice, como o IPCA. O título mais popular na modalidade é o Tesouro IPCA+, que retorna a inflação e mais uma taxa.

Assista a este Cafeína e entenda as particularidades de cada uma das remunerações.


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Este conteúdo é de cunho jornalístico e informativo e não deve ser considerado como oferta, recomendação ou orientação de compra ou venda de ativos.

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