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Previdência Privada: como e onde investir? 3 fundos para não perder de vista

Dony e Samy mostram as diferenças entre os planos PGBL, VGBL, a tributação, e as estratégias de 3 diferentes fundos de previdência.

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São muitas as dúvidas sobre previdência privada. Muitas pessoas contratam um fundo de previdência sem saber direito o que estão fazendo.

Nos planos abertos de previdência privada, isto é, aqueles vendidos por instituições financeiras que podem ser adquiridos por qualquer pessoa, é possível escolher o valor de contribuição e a periodicidade em que ela será feita. Tanto pode optar se a renda será recebida integralmente, se será um recebimento mensal temporário ou mensal vitalício. Ou seja: você tanto pode fazer para um filho que nasce, por exemplo, para que daqui vinte anos ele use da forma como for mais conveniente, como pode determinar se filhos ou cônjuge continuarão recebendo em caso de falecimento.

Além disso, o valor investido pode ser resgatado pela pessoa caso ela desista do plano. Mas com tantas informações, é normal que dê um nó na cabeça da pessoa que queira contratar um fundo de previdência.

PGBL e VGBL

São dois os tipos de planos de previdência privada que existem. Tem o PGBL e o VGBL. O PGBL significa plano gerador de benefício livre. Já o VGBL significa vida geradora de benefício livre.

O que muda entre eles é o benefício fiscal no imposto de renda. O PGBL é recomendado para pessoas com renda mais alta, que inclusive fazem a declaração completa do Imposto de Renda, já que o valor pago ao plano pode ser abatido no imposto de renda – desde que esse valor represente até 12% de sua renda bruta anual.

Porém, na hora de resgatar o valor investido no plano PGBL, o imposto de renda vai incidir sobre o valor total do plano, não apenas sobre a rentabilidade. Já no caso do VGBL, o imposto de renda vai incidir somente sobre o rendimento dele, e não sobre o valor total. Essa modalidade é indicada para quem faz a declaração simplificada, ou então para quem não faz a declaração, já que não pode ser abatido no imposto de renda.

Para quem faz a declaração no modelo completo o VGBL pode fazer sentido apenas um uma situação: caso o investidor queira aplicar mais de 12% da renda em previdência privada. É que acima desse limite o PGBL deixa de valer pena, porque as contribuições não podem ser mais deduzidas da base de cálculo do imposto de renda.

Tabela progressiva e regressiva

Depois de definido se a melhor opção para o seu perfil é o VGBL ou o PGBL, é hora de estar atento à forma de cobrança dos impostos, já que existem duas formas de tributação: a tabela regressiva e a progressiva.  No caso da tabela regressiva, quanto maior o tempo de permanência no plano, menor será a alíquota a pagar.

A tributação regressiva é muito boa para quem tem um plano a longo prazo. Se for levado em consideração outros tipos de investimento, como tesouro direto ou fundos de investimento, onde o mínimo tributado é 15%, o plano de previdência pode ser uma opção rentável quando bem escolhido. Imagine essa diferença de 5% ante os demais investimentos no decorrer de vinte ou trinta anos. A diferença passa a ser muito significativa.

Já na tabela progressiva, o valor a ser resgatado é quem determina a alíquota do plano de previdência. Ela é a mesma que determina a alíquota do ir sobre o nosso salário. Então quanto mais recursos você resgatar ou utilizar, mais imposto você vai pagar. Ou seja: é uma boa opção para aquelas pessoas que querem receber a quantia investida em forma de parcelas mensais, e não o dinheiro todo numa só parcela.

Renda fixa ou variável

E assim como os fundos de investimentos, os fundos de previdência possuem carteiras distintas entre si. Isso porque cada investidor tem um perfil e objetivo específico. E cada gestor procura oferecer opções variadas para justamente atender a todos. Para facilitar o entendimento dos investidores, a Anbima, que é a associação brasileira de entidades do mercado financeiro e de capitais, classificou os 23 tipos de fundos de previdência existentes em quatro categorias. Elas variam de acordo com a composição da carteira e estratégia adotada.

Tem os fundos de previdência de renda fixa, os balanceados, multimercados e o de ações. Eles são classificados de baixo risco a alto. A rentabilidade destes fundos varia de acordo com o tipo de estratégia adotada pelo gestor.

No Cafeína desta terça-feira (23), Samy Dana e Dony De Nuccio mostram três fundos de previdência com diferentes estratégias.

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