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5 fatos para saber hoje: e-commerce abre 135 mil lojas; EUA sairão da OMS

Segundo anuncio do órgão, a saída formal só ocorre no ano que vem com as condições para retirada cumpridas.

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InvestNews
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1 – Desde o início da pandemia, e-commerce brasileiro já ganhou 135 mil lojas

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), desde o início da pandemia mais de 135 mil lojas aderiram às vendas pelo comércio eletrônico para continuar vendendo e mantendo-se no mercado. A média mensal antes da pandemia era de 10 mil lojas por mês.

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A instituição diz que os setores mais aquecidos na abertura de estabelecimentos virtuais são os de moda, alimentos e serviços. “É importante ressaltar que essas 135 mil são lojas ativas e que realmente têm produtos/serviços para oferecer. Ou seja, um número gigante de lojas realmente ativas e vendendo”, diz o presidente da ABComm, Maurício Salvador.

Em junho, a associação observou aumento de reclamações relacionadas à demora de entrega de infraestrutura das lojas virtuais. Uma das maiores empresas do ramo, a Vtex, chegou a fazer, ainda em maio deste ano, uma transmissão ao vivo para clientes explicando falhas relativas ao aumento de demanda da sua plataforma Loja Integrada, que atende pequenos varejistas, como noticiou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do “Grupo Estado”.

2 – Saída dos Estados Unidos da OMS ocorrerá em julho de 2021

Os Estados Unidos (EUA) deixarão a Organização Mundial da Saúde (OMS) em julho de 2021, anunciou a Organização das Nações Unidas (ONU) nessa terça-feira (7), após receber notificação formal de decisão tomada pelo presidente norte-americano Donald Trump há um mês.

Trump teve que dar o aviso, com um ano de antecedência, da retirada de seu país da agência da ONU baseada em Genebra, à qual Washington dá suporte financeiro. Os EUA devem atualmente mais de US$ 200 milhões em contribuições, de acordo com o site da OMS.

Após mais de 70 anos de filiação, o país tomou a iniciativa de se retirar, após Trump acusar o órgão de ter se tornado uma marionete da China em meio à pandemia do novo coronavírus. O vírus apareceu na cidade chinesa de Wuhan no fim do ano passado. 

“O secretário-geral está no processo de verificar com a Organização Mundial da Saúde se todas as condições para a retirada serão cumpridas”, disse o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric.

3 – Claro vai ativar sinal de 5G em SP e Rio na semana que vem

A aguardada tecnologia de internet móvel de quinta geração (5G) já tem data e local para estrear no Brasil. Ela será ativada na próxima terça-feira (14) em São Paulo e no Rio de Janeiro, com a cobertura restrita a alguns bairros. Esta será a primeira rede 5G da América Latina.

Por enquanto, a novidade será uma exclusividade da Claro. A operadora decidiu tomar um “atalho” para ofertar a nova geração de internet antes das suas concorrentes. A operadora vai empregar uma tecnologia desenvolvida pela Ericsson que permitirá à tele ligar o 5G nas frequências (espécies de “rodovias” por onde trafegam os sinais) já usadas para 4G, 3G e 2G. A mesma estratégia foi adotada recentemente por operadoras que quiseram antecipar a cobertura em países como EUA, Alemanha e Suíça, por exemplo.

A rede, no entanto, não vai desfrutar de outras vantagens do 5G, como a baixa latência (espécie de tempo de reação entre um pacote de dados ser enviado para a rede e retornar ao dispositivo). É um dos fatores mais importantes para a tecnologia, que pode garantir, por exemplo, a segurança de carros sem motorista nas ruas.

4 – Governo quer desoneração da folha na reforma tributária

O ministro da Economia, Paulo Guedes, prefere discutir a desoneração da folha na reforma tributária. Promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro, a implementação de uma desoneração ampla da folha enfrenta, no entanto, dificuldades por conta das restrições orçamentárias para bancar a retirada de encargos pagos hoje pelas empresas.

Para lideranças do Congresso, por trás do veto à prorrogação da desoneração da folha estaria a tentativa de Guedes de buscar ambiente político para a criação de um imposto sobre as transações digitais, nos moldes da antiga CPMF, como “salvação” de empregos depois da pandemia da covid-19.

Nos últimos dias, o ministro voltou a falar no tributo, ao defender que não haja a interdição do debate no Congresso. A proposta, porém, enfrenta forte resistência no Congresso.

Uma das alternativas é começar a fazer a desoneração da folha de forma gradual. A equipe econômica prepara um programa para desobrigar empresas de pagar impostos sobre a folha na contratação de jovens e pessoas que estão sem carteira assinada. Essa desoneração inicial poderia ser bancada com recursos do Sistema S. Assim, o governo avalia que ganharia tempo para trabalhar melhor no Congresso a possibilidade de emplacar a ideia do novo tributo.

5 – Câmara aprova texto-base da medida provisória de socorro ao setor aéreo

A Câmara aprovou o texto-base da Medida Provisória (925) de socorro ao setor aéreo. A votação foi simbólica, sem contagem de votos. Deputados não chegaram a votar os destaques, pedidos de alteração ao texto. Essa análise será feita só amanhã. Depois da conclusão dessa fase, a proposta irá ao Senado.

A proposta determina que as companhias aéreas terão prazo de até 12 meses para devolver aos consumidores o valor das passagens compradas entre 19 de março e 31 de dezembro de 2020 e canceladas em razão do agravamento da pandemia.

Pelo texto do relator, deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA), consumidor terá ainda a opção de receber crédito, ao invés de reembolso, que poderá ser utilizado até dezoito meses, a contar de seu recebimento. Na proposta original do governo esse prazo era menor, de 12 meses.

*Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil

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