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Ficou sabendo? Heineken investirá em fábricas do Nordeste; Buser mira IPO

E mais: Mendonça, do STF, recua e abre caminho para governo federal arrecadar cerca de R$ 90 bilhões.

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Grupo Heineken anuncia investimento de R$ 1,5 bi em fábricas do Nordeste

Copo da Heineken em restaurante de Hanói, no Vietnã 30/05/2019 REUTERS/Nguyen Huy Kham

O Grupo Heineken anunciou nesta quinta-feira investimentos de R$ 1,5 bilhão nas cervejarias de Igarassu (PE) e Alagoinhas (BA) para ampliar capacidade produtiva na região.

De acordo com a companhia, com o aporte, a fábrica de Igarassu irá triplicar a capacidade produtiva das marcas Amstel e Devassa, além de incrementar em 45% a operação de linhas de embalagens retornáveis.

A cervejaria disse que direcionará parte do investimento para a implementação de tecnologias que tornarão a unidade pernambucana uma referência em eficiência hídrica, reduzindo em 30% o consumo de água utilizada na produção em até três anos.

Buser quer dobrar de tamanho em dois anos e mira IPO

A controladora do aplicativo de reservas de viagens de ônibus Buser pretende dobrar de tamanho em dois anos, podendo abrir capital num horizonte de quatro a cinco anos, disse o co-fundador da empresa, Marcelo Vasconcelos, nesta quinta-feira.

Segundo ele, atualmente, a Buser opera 500 viagens ao dia com ônibus fretados ou de parceiros. A empresa criada em 2017 estima transportar aproximadamente 25 mil pessoas por dia.

A companhia mira elevar esse volume de viagens para 1.000 em dois anos, disse Vasconcelos a jornalistas no evento Riowebsummit.

Mendonça, do STF, recua e abre caminho para governo federal arrecadar cerca de R$ 90 bi

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou uma decisão dele próprio que havia suspendido a eficácia de um importante julgamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre benefícios tributários que, pelas contas da equipe econômica, têm impacto potencial para levar mais R$ 88 bilhões por ano aos cofres federais.

Pela decisão do STJ, tomada de forma unânime em 26 de abril, ficou definido que o governo federal poderia cobrar Imposto de Renda das empresas (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre benefícios fiscais concedidos por Estados, desde que não fossem classificados como crédito presumido e que atendessem a requisitos legais.

(*Com informações de Reuters.)

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