FGAA11 – FG/A FIAGRO-Imobiliário
FIAGRO FGA CI ER
Reais (BRL - R$)
Variação (Dia)
Mínimo (Dia)
Máximo (Dia)
| Fechamento Anterior: | 8,77 |
| Abertura: | 8,81 |
O FGAA11 é um fundo de investimento nas cadeias produtivas agroindustriais gerido pela FG/A Gestão de Recursos. O fundo concentra seus investimentos em ativos de crédito privado, com foco principal em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA).
O negócio consiste em financiar empresas e produtores de médio e grande porte ao longo da cadeia do agronegócio. O objetivo é proporcionar aos cotistas rendimentos mensais provenientes do pagamento de juros das dívidas agrícolas estruturadas.
Modelo de negócio do FGAA11
A receita do fundo é gerada pelos juros e correções monetárias dos títulos (CRAs) que compõem o portfólio. O faturamento é indexado majoritariamente ao CDI, acompanhando a variação da taxa básica de juros da economia.
A estratégia foca na originação de operações com garantias robustas e devedores com sólido histórico operacional (perfil High Grade). O lucro provém do diferencial entre o rendimento médio da carteira e as despesas de gestão e administração.
Fundamentos financeiros do FGAA11
A estrutura financeira é desenhada para a distribuição mensal de dividendos, que são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas na B3. O fundo mantém uma política de repasse de 95% do seu lucro caixa operacional.
O lucro líquido resulta das receitas financeiras dos ativos subtraindo a taxa de gestão, custódia e demais encargos operacionais. A saúde financeira é monitorada pela relação entre o prêmio de risco (spread) e a qualidade de crédito dos emissores.
A apuração dos resultados considera a marcação a mercado dos títulos e a regularidade no pagamento dos cupons pelos tomadores. A gestão financeira busca manter uma carteira diversificada para mitigar riscos de concentração em devedores específicos.
Fundamentos operacionais do FGAA11
A operação foca na análise técnica rigorosa das garantias, como alienação fiduciária de terras e penhor de safra ou recebíveis. A eficiência técnica é medida pela capacidade de manter a inadimplência em níveis controlados através de uma seleção criteriosa.
A estratégia operacional envolve o monitoramento de diferentes sub-setores do agronegócio, como açúcar, etanol, grãos e pecuária. A gestão acompanha indicadores macroeconômicos e climáticos que possam impactar o fluxo de caixa das empresas financiadas.
A eficiência é acompanhada pela rentabilidade total entregue ao cotista em comparação ao CDI e a outros Fiagros do mercado. A transparência técnica é garantida por relatórios mensais que detalham o perfil de risco, prazos e indexadores de cada ativo da carteira.