As ofertas da Equatorial Energia e de um grupo formado pela Aegea Saneamentos e Participações e seus acionistas não atingiram o valor mínimo, disseram as pessoas, que pediram anonimato por tratarem de informações privadas.
A Copasa disse em comunicado divulgado mais cedo nesta quarta-feira que, devido a “fatores supervenientes”, algumas das condições da operação, incluindo o cronograma, estariam sujeitas a alteração.
As quatro pessoas afirmaram que ainda não estava claro o que acontecerá agora, embora o prospecto previsse que a Copasa seguiria diretamente para uma oferta pública secundária das ações. A companhia não deu detalhes sobre as duas propostas.
Procurada para comentar, a Copasa afirmou que as medidas adotadas decorrem de orientações do acionista controlador, o Estado de Minas Gerais. A Aegea não comentou, enquanto a Equatorial não respondeu imediatamente.
As ações da Copasa chegaram a cair 7,3% nesta quarta-feira, na maior queda intradiária em mais de um ano e no pior desempenho do Ibovespa.
O grupo da Aegea inclui a Itaúsa, o fundo soberano de Singapura GIC e a Equipav Saneamento.