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Finanças

Morning Call:  dia de vôo solo do Ibovespa

Agenda vazia e dia marcado por feriados nos EUA, nos principais países da Europa e em Hong Kong devem reduzir significativamente a liquidez do Ibovespa no pregão de hoje.

Na China, maior produtora mundial de aço, os contratos futuros de minério de ferro e outros ingredientes siderúrgicos subiram nesta segunda-feira (26), sustentados pela iminência de mais medidas de apoio para fortalecer a segunda maior economia do mundo em meio à batalha para conter os surtos de Covid.

Um importante consultor do Banco Popular da China pediu no sábado o fortalecimento da política imobiliária do país, haja vista o crescimento econômico lento conforme a China manteve sua política de zero Covid este ano.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou o dia com ganho de 0,40%. Já o índice Hang Seng de Hong Kong não teve negociação devido ao feriado.

Feriado do Boxing Day nos EUA

Na sexta-feira, os índices americanos encerraram o dia em alta, com investidores avaliando dados de inflação em relação ao aumento das taxas e aos temores de recessão, enquanto ações do setor de petróleo e gás saltaram com os preços mais altos da commodity

Hoje, o mercado americano também estará fechado devido ao feriado local do Boxing Day e o dia será sem negociação por lá.

O Ibovespa subiu nesta sexta-feira (23), engatando a maior alta semanal em dois meses, aproveitando a reação positiva à aprovação da PEC da Transição mais enxuta nesta semana e após o IPCA-15 de dezembro vir dentro do esperado.

Continuidade do momento positivo do mercado local deve marcar a semana no Ibovespa

O Ibovespa subiu 2%, aos 109.697 pontos, com volume financeiro somou R$ 23,1 bilhões, ante uma média diária de R$ 31,2 bilhões em dezembro. Na semana, o Ibovespa encerrou avançando 6,7%, a maior alta semanal desde 21 de outubro.

Ainda na sexta-feira (23), no mercado à vista, o dólar caiu 0,39%, a R$ 5,16, menor patamar para encerramento desde 8 de novembro, aos R$ 5,14.

Apesar da alta de juros no exterior, o recuo do câmbio e a melhora da percepção do risco fiscal continuaram abrindo espaço para o movimento de queda da curva de DI Futuro, com taxas caindo entre 15 e 25 pontos, com o vértice de janeiro/25 fechando abaixo de 13%.

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