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Fundos imobiliários em queda: o que fazer agora?

O IFIX, índice que reúne os FIIs mais negociados da B3, recuou 2,66% em agosto, mas há boas notícias para o investidor.

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O cenário não é nada animador para os fundos imobiliários (FIIs). A modalidade financeira que tinha se recuperado em julho, após o governo voltar atrás na decisão que incluía no texto da reforma tributária o pagamento de 15% de imposto de renda sobre os rendimentos obtidos com a aplicação, voltou a cair em agosto. O IFIX, índice que reúne os FIIs mais negociados da B3, recuou 2,66% e a carteira TOP FII da Nu invest, que tem forte correlação com o indicador, caiu 3,03%.

A boa notícia é que os fundos de recebíveis, aqueles que investem em papéis ligados ao mercado imobiliário, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), pagaram bons rendimentos no último mês, de acordo com José Falcão, analista Nu invest.

No mês de agosto, o fundo Capitânia Securities II (CPTS11) pagou rendimentos de 1,03%, enquanto a taxa desembolsada pelo Kinea Securities (KNSC11) foi de 1,02%.

Os fundos recebíveis representam 56% da carteira TOP FII, que se manteve inalterada para o mês de setembro.

Falcão comenta ainda que o momento é de oportunidade para comprar cotas de fundos imobiiários a preços atrativos, especialmente os fundos de tijolos, que aportam o dinheiro em empreendimentos físicos, como shoppings – que estão em processo de recuperação – e galpões logísticos, que seguem em ritmo acelerado em meio ao crescimento das empresas de e-commerce.

Por outro lado, o analista ponderou que o cenário continuará desafiador para os fundos imobiliários em meio aos avanços da taxa de juros e da inflação.

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