XPCA11 – XP Crédito Agrícola Fiagro-Imobiliário

FIAGRO XP CACI

8,00

Reais (BRL - R$)

-0,12%

Variação (Dia)

7,98

Mínimo (Dia)

8,02

Máximo (Dia)

Fechamento Anterior: 8,01
Abertura: 8,02

O XPCA11 é um Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) gerido pela XP Asset Management. O fundo tem como objetivo principal o investimento em ativos de crédito privado do agronegócio, com foco em CRAs.

O negócio consiste em fornecer financiamento para o setor agropecuário, capturando a rentabilidade de títulos de dívida estruturados. A estratégia busca oferecer ao investidor acesso ao risco de crédito de empresas consolidadas da cadeia agro.

Modelo de negócio do XPCA11

A receita do fundo provém dos juros e das correções monetárias dos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). O faturamento é majoritariamente atrelado ao CDI, visando retornos consistentes em cenários de juros elevados.

A gestão foca na originação de ativos com diferentes perfis de risco e prazos para diversificar a carteira. O lucro é gerado pelo spread entre a taxa de remuneração dos títulos e os custos de administração e gestão do fundo.

Fundamentos financeiros do XPCA11

A estrutura financeira é desenhada para a distribuição mensal de rendimentos aos cotistas. O fundo respeita a obrigatoriedade de distribuir 95% do lucro líquido apurado em regime de caixa a cada semestre.

O lucro líquido resulta das receitas financeiras subtraindo as taxas de gestão, custódia e despesas operacionais. A saúde financeira é monitorada pela qualidade de crédito dos emissores e pelos índices de cobertura das garantias.

A apuração dos resultados considera a marcação a mercado dos ativos e a variação mensal das taxas de juros. A política de investimentos prioriza ativos com boa liquidez no mercado secundário para permitir o giro estratégico da carteira.

Fundamentos operacionais do XPCA11

A operação foca na análise criteriosa das empresas tomadoras de crédito e no acompanhamento das garantias vinculadas (como penhor de safra ou imóveis). A eficiência técnica é medida pela capacidade de evitar a inadimplência (default).

A estratégia operacional envolve a diversificação entre variados segmentos do agronegócio, como açúcar, etanol, soja e pecuária. A gestão monitora indicadores macroeconômicos e climáticos que possam impactar o fluxo de caixa dos emissores.

A eficiência é acompanhada pelo retorno total ao cotista frente ao CDI e pela transparência na divulgação da carteira. O fundo utiliza a estrutura de originação da XP para acessar operações de crédito exclusivas e competitivas no mercado primário.