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Economia

PIX: uso no Brasil já é maior que o de DOC, TED e boleto, diz Banco Central

Segundo o BC, entre novembro de 2020 e março de 2021 foram feitas 1 bilhão de transações por PIX, em um total de R$ 787,2 bilhões.

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Estadão Conteúdo
PIX
Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

A utilização do Pix – o serviço brasileiro de pagamentos instantâneos – já supera a de outros meios de pagamentos mais antigos, como DOC, TED e boleto bancário. A constatação foi feita nesta quinta-feira (20) pelo Banco Central por meio do documento “Pix: O novo meio de pagamento brasileiro”.

Em operação desde 16 de novembro de 2020, o Pix registrava no fim de março, conforme o BC, 206,6 milhões de chaves – identificadores como e-mail, CPF, CNPJ, celular ou número aleatório, utilizados para o recebimento de recursos.

Leia também: Pix pode ter saque em dinheiro a partir do segundo semestre

No documento, o BC informou que entre novembro de 2020 e março de 2021 foram feitas 1 bilhão de transações por Pix, em um total de R$ 787,2 bilhões. “Comparando com outros meios de pagamento, nota-se que o uso do Pix vem crescendo a cada mês e já é maior que o uso de TEDs e de DOCs somados. Em março, a quantidade de Pix superou a quantidade de boletos liquidados”, disse o BC.

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