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5 fatos para hoje: Magalu lidera retorno a acionistas; reforma fatiada

A Magazine Luiza ocupou a primeira posição no ranking global em pesquisa que classificou as empresas que mais criaram valor para investidores.

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Tempo médio de leitura: 6 minutos

Magalu

1- Magazine Luiza lidera ranking global de retorno a acionistas

A Magazine Luiza ficou com a primeira posição em um ranking global sobre retorno para os acionistas. A pesquisa analisou o TSR (retorno total para o acionista, na sigla em inglês) de aproximadamente 2.400 empresas e classificou as dez que mais criaram valor em 33 setores da economia. A Magazine Luiza ocupou a primeira posição no ranking global, com TSR de 256%.

As demais brasileiras que estão no ranking geral por indústria e que configuram as top 10 do país são: Magazine Luiza (1º), Usiminas (43º), Localiza Rent a Car (44º); CSN (58º), Vale (71º), WEG (85º), Sanepar (101º), B3 (104º), Gerdau (143º) e B2W (163º).

O Value Creators Ranking é uma pesquisa realizada pelo Boston Consulting Group (BCG) com as empresas que mais criam valor no mundo, medidas com base no retorno total para o acionista durante os últimos cinco anos.

2- Pacheco detalha fatiamento da reforma tributária entre Câmara e Senado

Após se reunir com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), relatou como ficará o fatiamento das propostas referente à reforma tributária que vão tramitar nas duas Casas Legislativas.

Em um curto vídeo distribuído por sua assessoria, Pacheco disse que houve um consenso de que a reforma é fundamental, urgente e precisa simplificar o sistema de arrecadação sem, contudo, gerar aumento de carga tributária aos contribuintes brasileiros.

“Parte disso será de incumbência do Senado Federal, inclusive a reforma constitucional em matéria tributária caberá ao Senado tramitar, assim como o novo programa de regularização tributária, o Novo Refis para poder socorrer pessoas físicas e jurídicas nesta regularização tributária”, disse ele.

“A Câmara dos Deputados ficará incumbida de uma série de projetos de iniciativa do Poder Executivo que discutam a base de Imposto de Renda, de IPI e de PIS-Cofins”, acrescentou.

O presidente do Senado disse que há uma “comunhão de esforços” entre as duas Casas, alinhadas com o Poder Executivo, para haver a “mais ampla possível reforma tributária no Brasil”.

A reforma tributária era objeto de uma comissão mista formada por senadores e deputados, mas a comissão não tem previsão regimental nem o poder de adiantar a tramitação da proposta. Havia sido criada apenas no intuito de facilitar a discussão política do tema, de forma a criar convergências entre as duas Casas e, dessa forma, tornar sua votação mais célere.

3- George, do Fed, diz não descartar risco de alta da inflação

A presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) de Kansas City, Esther George, alertou na segunda-feira contra uma abordagem “rígida” da política monetária em uma era pós-pandemia que possa envolver dinâmicas de inflação e emprego diferentes das observadas nos últimos anos e que se aplicam à atual estrutura de política monetária do Fed.

Esse novo arcabouço, que enfatiza a geração de empregos e a confiança de que as forças que mantiveram a inflação baixa nos últimos anos continuarão a fazê-la, levou o Fed a prometer continuar adquirindo US$ 120 bilhões mensais em títulos até que o mercado de trabalho melhore e manter as taxas de juros próximas de zero por ainda mais tempo, mesmo que os preços comecem a subir.

Embora a maior parte das autoridades do Fed suspeite que as pressões de preços resultem de problemas temporários que vão diminuir nos próximos meses, “não estou inclinada a descartar os sinais de preços de hoje ou a depender excessivamente de relacionamentos e dinâmicas históricas para julgar as perspectivas para a inflação”, disse George em comentários preparados a serem feitos a um simpósio agrícola do Fed de Kansas City.

Ela não disse, explicitamente, que estava pronta para mudar a política monetária ou abrir um debate agora sobre quando, por exemplo, começar a reduzir as compras de títulos.

4- Grupo de venture capital Kaszek levanta US$ 1 bi em dois fundos para América Latina

A empresa de venture capital Kaszek levantou US$ 1 bilhão em dois fundos destinados a investir em empresas latino-americanas, informou em comunicado na segunda-feira.

O grupo disse que seu fundo Kaszek Ventures V investirá US$ 475 milhões em empresas em estágio inicial, enquanto o restante será aportado em empresas de portfólio em estágio posterior por meio de seu fundo Opportunity II.

“A região hospeda uma indústria de tecnologia robusta e crescente, com mais startups ótimas emergindo agora do que jamais vimos antes”, disse Hernan Kazah, cofundador da Kaszek, no comunicado.

No portfólio da Kaszek estão as empresas de tecnologia financeira Nubank e Creditas e a corretora de imóveis digitais QuintoAndar.

5- Brasilianistas apelam a Biden por vacinas para o Brasil

Uma carta assinada por mais de 400 brasilianistas e amigos do Brasil nos Estados Unidos, incluindo brasileiros e brasileiras que moram no país, foi enviada ao presidente norte-americano, Joe Biden, para pedir ajuda no envio de vacinas ao Brasil.

A correspondência segue na esteira de um apelo humanitário de presidentes de seis centrais sindicais no Brasil que representam cerca de 50 milhões de trabalhadores brasileiros.

O documento cita, além do pedido de mobilização ao governo dos EUA para tentar garantir vacinas ao Brasil, incentivo de parcerias para uma produção maior e mais sustentável do estoque de imunizantes.

Apoiada pela Rede dos Estados Unidos pela Democracia no Brasil (USNDB), a carta representa o primeiro esforço de uma campanha maior para mobilizar a comunidade brasileira nos Estados Unidos, assim como os amigos do Brasil, nos próximos meses, disse o comunicado. Ele citou ainda o fato de que a USNDB é uma rede de mais de 1.500 pessoas em 234 faculdades e universidades em 45 Estados nos Estados Unidos.

“Com mais de quatrocentas mil pessoas mortas e muita devastação, é hora de colocar nossas diferenças de lado e unir forças para apoiar o povo brasileiro”, disse Alvaro Lima, Diretor de Pesquisa da Agência de Planejamento e Desenvolvimento de Boston, segundo o texto distribuído.

(*Com informações de Reuters e Estadão Conteúdo)

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