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5 fatos para hoje: sobe fluxo nos shoppings; caem pedidos de seguro-desemprego

Na comparação com o ano passado, porém, o número da movimentação de clientes por shoppings apresenta uma queda de 75,94%.

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Varejo

1 – Fluxo de pessoas em lojas físicas sobe 194% em junho; em shoppings, alta de 126%

No comparativo de junho com maio deste ano, houve aumento de 194% na movimentação das lojas físicas e de 126% nos shopping centers de todo o País. No comparativo com junho do ano anterior, porém, o fluxo caiu 75,94% nos shopping centers e 70,94% nas lojas físicas.

Os dados são do Índice de Performance do Varejo (IPV), realizado em conjunto pela FX Retail Analytics, pela F360º, plataforma de gestão de varejo para franquias, pequenos e médios varejistas, em parceria com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

Na análise regional, comparando os resultados de maio com abril deste ano, as lojas físicas do Norte tiveram o maior aumento de fluxo, com 322,86%, seguidas por Sudeste, com 248,72%, e Nordeste, 174,57%. As regiões Sul e Centro-Oeste, que tiveram o maior índice no mês passado, também registraram aumentos, de 23,78% e 71,8%, respectivamente.

Entre os shopping centers, o melhor desempenho de fluxo de pessoas foi da região Nordeste, com alta de 536,14%. Os centros do Sudeste cresceram 385,78% e os do Norte, 130,63%. A região Sul, que já havia flexibilizado o comércio no mês anterior, cresceu 30,32%. Os centros de compras da região Centro-Oeste não entraram no levantamento.

2 – Fundos pedem mais compromisso com o clima

Os dez fundos estrangeiros que se reuniram ontem com o vice-presidente Hamilton Mourão e alguns ministros colocaram cinco principais questões à mesa, todas envolvendo o clima e o desmatamento. Em teleconferência, representantes solicitaram que o Brasil reduza suas taxas de desmatamento, demonstre esforços para cumprir o compromisso estabelecido com a Lei do Clima e aplique o Código Florestal.

Além disso, a lista trazida pelos fundos trouxe a necessidade de o Brasil dar acesso público aos dados do País relacionados ao desmatamento, cobertura florestal, posse e rastrealidade de cadeias de commodities.

Por fim, solicitaram que as agências brasileiras tenham capacidade para cumprir a legislação ambiental e de direitos humanos, de forma a conseguirem cumprir seus mandatos com eficácia e para que consigam avançar em projeto de lei para a proteção de florestas. Os fundos foram ainda enfáticos ao pedirem a prevenção de “incêndios nas áreas florestais ou nas proximidades, a fim de evitar a repetição dos (incidentes) de 2019”.

Entre os fundos estavam o britânico Legal and General Investment Management, os suecos Nordea Asset Management, SEB Investment Management e AP2 Second Swedish National Pension Fund, os noruegueses Storebrand Asset Management e KLP, o holandês Robeco e o japonês Sumitomo Mitsui Trust Asset Management.

3 – Pedidos de seguro-desemprego somam 653.160 em junho (-32% em relação a maio)

O número de pedidos de seguro-desemprego chegou a 653.160 em junho, uma queda de 32% em relação a maio, quando foram registrados 960.309 requerimentos. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério da Economia, os pedidos do beneficio feitos no mês passado representam um aumento de 28,4%, quando comparados com julho de 2019.

De acordo com os dados, os três Estados com maior quantidade de requerimentos foram São Paulo (199.066), Minas Gerais (70.333) e Rio de Janeiro (52.163). Por setor, os pedidos se distribuíram entre serviços (41,7%), comércio (25,4%), indústria (18,7%), construção (10,1%) e agropecuária (4,1%).

Do total de pedidos de junho, 39,6% foram feitos por mulheres e 60,4%, por homens. A faixa etária que concentrou a maior proporção de requerentes foi de 30 a 39 anos, com 32,1% do total. Sobre a escolaridade, 59,9% dos solicitantes têm ensino médio completo.

A pasta da Economia mostra ainda que, no acumulado do ano, de janeiro a junho, foram contabilizados 3.950.606 pedidos de seguro-desemprego, o que equivale a uma alta de 14,8% em comparação com o acumulado no mesmo período de 2019 (3.442.780).

4 – Senado adia votação de MP que altera regras trabalhistas

A Medida Provisória (MP) 927, que altera regras trabalhistas durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19), teve a votação no Senado adiada para a próxima semana. Após longa discussão na sessão desta quinta-feira (9), ficou acertado que os senadores terão mais uma semana para discutir o texto e fazer acordos para retirada e inclusão de trechos antes da votação.

Entre as medidas previstas no texto estão a adoção do teletrabalho, a antecipação de férias e de feriados, além da concessão de férias coletivas. O texto prevê a suspensão do cumprimento dos acordos trabalhistas devidos em caso de rescisão do contrato de trabalho, caso a empresa tenha tido as atividades paralisadas em virtude da pandemia.

A MP também desobriga a empresa de recolher o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) referente aos meses de março, abril e maio. Ela poderá fazê-lo de forma parcelada, sem incidência de multa.

5 – Com R$ 13 bi em dívidas, Latam Brasil pede recuperação judicial nos EUA

A Latam Brasil entrou nesta quinta-feira (9) com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos, com base no chamado Chapter 11 – legislação que regula o tema no mercado americano. Entre os motivos apresentados pela empresa, que acumula dívidas de R$ 13 bilhões, estão a demora para fechar financiamento com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a possibilidade de acesso a um empréstimo de US$ 2,4 bilhões que será concedido por acionistas da companhia e pela Oaktree Capital Management, americana que investe em empresas em dificuldades financeiras.

Para tentar se reestruturar financeiramente, o grupo Latam e suas afiliadas no Chile, no Peru, na Colômbia, no Equador e nos Estados Unidos já haviam pedido a proteção contra credores em Nova York em 26 de maio, mas a unidade brasileira havia ficado de fora.

Em maio, o Brasil não entrou porque achávamos que poderíamos receber o dinheiro (do BNDES) aqui. Já se passaram 40 dias e, nesse período, não melhorou muita coisa (no mercado) de forma importante. A venda está subindo em cima de uma base muito ruim. A crise se prolongou”, disse o presidente da empresa no País, Jerome Cadier.

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