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5 fatos para saber hoje: em live, Bolsonaro culpa auxílio pela alta do arroz

O presidente quis ressaltar que resolveria o caso “dentro das normas do mercado”.

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InvestNews
Live semanal Bolsonaro
Live semanal Bolsonaro

1 – Bolsonaro, sobre preço do arroz: o que tem que valer é lei da oferta e da procura

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta quinta-feira (10) que o que tem de valer na definição do preço do arroz nos mercados é a lei da oferta e da procura. Ele repetiu que não pode dar uma “canetada” para tabelar o preço do grão.

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Na live semanal, ao lado da youtuber mirim Esther Castilho e do presidente da Embratur, Gilson Machado, Bolsonaro sustentou que as conversas que teve com os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Justiça, André Mendonça, visavam encontrar soluções para a disparada do preço do arroz “dentro das normas do mercado“.

Ao explicar, na live, a alta do preço do grão, o chefe do Executivo federal afirmou que o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 fez a população consumir “um pouco mais” e, como há dezenas de milhões de beneficiários, “ajudou a desaparecer um pouco a mercadoria das prateleiras“.

2 – Ministra diz que governo tomou medidas para controlar preço do arroz

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou ontem (10) que o governo tomou as medidas necessárias para tentar conter a alta no preço do arroz e evitar um desabastecimento do produto nas prateleiras dos supermercados. 

“As medidas que podiam ser tomadas, foram tomadas, para fazer a estabilidade e o equilíbrio para esse produto”, disse em um vídeo publicado em suas redes sociais. 

“O Brasil abriu mão, tirou a alíquota de importação, para que produto de fora pudesse entrar e trazer um equilíbrio para os preços. Abrimos somente uma cota, porque não temos necessidade de muito arroz, mas isso é uma cota de reserva, para que possamos ter a tranquilidade de que o preço vai voltar, vai ser equilibrado, e que o produto continuará na gôndola para todos os brasileiros”, acrescentou.

3 – Azul: Demanda por voos aumenta 26,4% em agosto na comparação com julho

A Azul (AZUL4) divulgou seus resultados de tráfego de passageiros do mês de agosto, com um aumento de 26,4% na demanda (RPK) na comparação com julho. Em relação ao mesmo mês de 2019, o indicador teve queda de 68,7%.

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Já a oferta de assentos (ASK) teve crescimento de 33,3% em agosto na comparação mensal, e queda de 65,6% em um ano. Assim, a taxa de ocupação caiu de 79,6% em julho para 75,5% em agosto. No ano passado, a ocupação estava em 83%.

A recuperação na relação mensal se deve aos voos domésticos, com crescimento de 29,8% na demanda e de 36,2% na oferta, e taxa de ocupação de 75,7%, queda de 3,7 pontos em relação a julho. Quando é feita a comparação com agosto de 2019, a demanda tem queda de 61,6%, e a oferta, de 58,1%, com a ocupação caindo 6,9 pontos.

4 – Justiça dos EUA barra crédito à Latam

A Justiça americana não autorizou o financiamento que a Latam esperava receber de acionistas e investidores. Em recuperação judicial nos EUA desde maio, a companhia havia fechado empréstimos de US$ 2,45 bilhões com a Oaktree Capital Management (especializada em investimento de risco), com a Qatar Airways e com as famílias acionistas Cueto (chilena) e Amaro (brasileira). O negócio foi feito no modelo DIP, em que o credor que concede o financiamento tem prioridade de receber perante outros.

A Latam pode recorrer da decisão, mas sua situação se complica conforme o tempo passa. O grupo passa dificuldades desde o início da pandemia por causa da queda de demanda no setor aéreo. “A decisão é ruim para a Latam pois requer que recorra ou consiga aprovar novos termos para um novo financiamento DIP num momento em que o acesso a capital é urgente. Isso pode prejudicar a saúde financeira da empresa no curto e médio prazo”, disse o advogado Felipe Bonsenso.

Na decisão o juiz James Garrity Jr, da corte de falência de Nova York, não concordou com o mecanismo de conversão de ações para pagamento do empréstimo à Qatar e às famílias. A Latam disse estar avaliando a sentença.

5 – Economia questiona notificação da Justiça a supermercados e produtores

Depois da notificação dos supermercados e produtores cobrando explicações sobre a alta de preços pelo Ministério da Justiça, foi a vez do Ministério da Economia pedir informações sobre o monitoramento do governo. A divulgação do ofício acabou causando uma saia justa porque expôs a contrariedade da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, com a forma como o processo de enfrentamento do problema de alta dos preços foi conduzido dentro do governo.

Nesta quinta-feira (10) Bolsonaro disse que a medida foi aprovada por ele porque pode chegar à conclusão, depois das explicações dos produtores e varejistas, de que o próprio governo errou.

“André Mendonça (minsitro da Justiça) falou comigo: ‘posso botar a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor para investigar, perguntar para supermercados por que o preço subiu?’ Eu falei ‘pode’. E ponto final. Porque, ao chegar a resposta, pode ser que o errado somos nós. Pode ser o governo, daí o governo toma providência e ponto final””, disse o presidente, em sua live semanal.

*Com Agência Brasil e Estadão Conteúdo

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