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Ficou sabendo? Citi compra participação em fintech; venda da Subway

E mais: Brasil avalia incentivos para produção de hidrogênio verde.

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Citi compra participação em fintech de câmbio peruana

 O Citigroup (CTGP34) adquiriu uma participação na startup peruana de câmbio Rextie, seu primeiro investimento em fintech na América Latina.

Os termos do acordo não foram divulgados, mas os executivos das companhias disseram que o banco está injetando dinheiro na empresa para financiar o seu crescimento. A Rextie, fundada em 2016, fechou até agora US$ 4,5 bilhões em transações cambiais e espera atingir US$ 7 bilhões até o final do próximo ano.

A fintech fornece transações cambiais por meio de canais digitais para 12 mil empresas de médio e pequeno porte no Peru e 170 mil pessoas físicas. A empresa também fornece factoring e processamento de pagamentos para empresas.

Subway acerta venda à Roark Capital por US$9,55 bi, diz Reuters

Subway fechou acordo para ser vendida à empresa de private equity Roark Capital por US$ 9,55 bilhões após aceitar condições ao pagamento que as duas famílias proprietárias da rede de sanduíches receberão, disseram fontes, encerrando uma disputa longa que teve várias propostas concorrentes.

Loja do Subway em Manhattan, Nova York, EUA 23/11/2021 REUTERS/Andrew Kelly

Essas condições, conhecidas como earn-out, adiam o pagamento de parte do valor do negócio, disseram à Reuters fontes familiarizadas com o assunto.

Para que o preço total seja pago, o fluxo de caixa da Subway precisará atingir certos marcos durante um período especificado após o fechamento do negócio, acrescentaram as fontes.

Excluindo o earn-out, negócio alcança US$ 8,95 bilhões, disseram fontes da agência de notícias.

Brasil avalia incentivos para produção de hidrogênio verde

O governo brasileiro ainda não bateu o martelo sobre a possibilidade de conceder incentivos tributários para a produção de hidrogênio verde, uma medida vista como necessária pelo setor produtivo para viabilizar projetos bilionários do combustível renovável e inserir o país na dianteira da corrida mundial da transição energética.

Segundo levantamento do governo, o Brasil tem cerca de 30 bilhões de dólares em projetos já anunciados de hidrogênio de baixo carbono, mas esta cifra inclui também projetos com fontes fósseis com captura de CO2.

Para ser verde, a eletrólise da água para fabricação do combustível precisa ser feita partir de fontes renováveis, como eólica e solar, empreendimentos esses que ainda precisam de um apoio. O hidrogênio pode vir a ser usado para abastecer veículos, auxiliando na descarbonização do setor de transportes, ou utilizado como insumo industrial.

Segundo fontes do governo consultadas pela agência de notícias Reuters, a possibilidade de redução de carga tributária para projetos de hidrogênio verde, conforme estabelecido em outros países, está em estudos, mas a prioridade é aprovar uma regulamentação para esse mercado até o fim do ano.

(*Com informações da Reuters.)

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