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Ficou sabendo? Dívida global bate recorde; teste de chip cerebral

E mais: Justiça de MG bloqueia R$ 346,7 mi de Usiminas.

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Dívida global bate recorde de US$ 307 tri, sobe para 336% do PIB

A dívida global aumentou em US$ 10 trilhões no primeiro semestre, e voltou a subir como proporção do PIB mundial depois de cair por quase dois anos, em meio à escalada da inflação, segundo o Instituto Internacional de Finanças.

O passivo de governos, empresas e famílias no mundo todo atingiu um valor recorde de US$ 307 trilhões, com um aumento de US$ 100 trilhões ao longo da última década, de acordo com o relatório do organismo que representa as maiores instituições financeiras do mundo, incluindo bancos brasileiros como Itaú e Bradesco. EUA, Japão, Reino Unido e França lideraram o último avanço da dívida global.

Como proporção do produto interno bruto mundial, a dívida subiu para 336%, ante 334% no final do ano passado, e o IIF prevê que atinja 337% até ao final de 2023, em grande parte impulsionada por déficits públicos consideráveis. Ainda é uma proporção menor do que os 362% atingidos no primeiro trimestre de 2021.

Neuralink, de Elon Musk, iniciará teste de chip cerebral em humanos

A Neuralink, startup de chips cerebrais do bilionário Elon Musk, disse nesta terça-feira que recebeu aprovação de um conselho de revisão independente para iniciar o primeiro teste em humanos de seu implante cerebral para pacientes com paralisia.

Bilionário Elon Musk, dono da Neuralink 19/12/2022 REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração

O estudo tem como objetivo testar a segurança e a eficácia da interface cérebro-computador implantável e sem fio da Neuralink, para permitir que pessoas com paralisia controlem dispositivos externos com seus pensamentos, disse a empresa.

A Neuralink informou que pacientes com paralisia decorrente de lesão da medula espinhal cervical ou esclerose lateral amiotrófica podem se qualificar para o estudo.

Justiça de MG bloqueia R$ 346,7 mi de Usiminas

A justiça de Minas Gerais decretou na noite de segunda-feira bloqueio de R$ 346,7 milhões da Usiminas (USIM5) em decisão liminar sobre uma ação movida em julho pelo Ministério Público do Estado, que acusa a companhia de emissão de poluição atmosférica na região da usina siderúrgica de Ipatinga (MG).

O processo pede reparação de dano moral coletivo em razão da emissão de poluentes atmosféricos conhecidos por “pó preto”, em Ipatinga há décadas, segundo o MPMG.

Segundo o ministério público, a empresa assinou um termo de ajustamento de conduta em 2019 para implantação de ações para resolver o problema com prazos para redução das emissões até 2028.

(*Com informações de Reuters e Bloomberg.)

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