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Por que o Ibovespa quase zerou os ganhos do ano? O que esperar agora?

Samy e Dony analisam a forte queda do índice da B3 e como a China e o Talibã afetaram o mercado global.

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Colaboração: Karina Trevisan

O Ibovespa operou em forte queda nesta segunda-feira, 16, acompanhando o dia negativo nas bolsas globais. O índice da bolsa brasileira quase zerou os ganhou do acumulado de 2021. Apenas 12 das 84 ações do índice registraram ganhos no decorrer do dia.

As ações de maior peso que puxaram o índice pra baixo, foram: Itaú, Petrobras, Bradesco, Ambev, Magalu e WEG.

Mas este não foi um caso isolado, já que todas as principais bolsas no mundo foram chacoalhadas devido aos dados da produção industrial chinesa e também pela crise no Afeganistão. Esse último foi devido ao Talibã – grupo considerado terrorista – ter retomado o controle da capital do país, Cabul, aproveitando a retirada das tropas americanas. Essa foi uma promessa feita pelo presidente Obama, planejada pelo presidente Trump após negociações de paz com o grupo, e efetivada pelo presidente Biden.

Mas essa ação trouxe um momento de muita incerteza para a região do Oriente Médio, que é muito influente na produção de petróleo.  

Já quanto a China, as vendas no varejo assim como sua produção industrial cresceram abaixo da expectativa. Entre os fatores para o menor desempenho, o Escritório Nacional de Estatísticas da China citou o impacto de incertezas externas, a pandemia de covid-19 na China e enchentes. A recuperação econômica também foi apontada como “instável e desigual”.

Samy e Dony conversam com o analista da Easynvest By Nubank, Eduardo Perez, para saber os motivos do impacto na bolsa brasileira e o que aguardar a curto e médio prazo.

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Este conteúdo é de cunho jornalístico e informativo e não deve ser considerado como oferta, recomendação ou orientação de compra ou venda de ativos.

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