A Smart Fit informou nesta quarta-feira (11) que projeta abrir entre 330 e 350 novas academias até o fim de 2026, mantendo um ritmo de expansão próximo ao registrado no ano anterior. Desse total, cerca de 80% das unidades devem ser próprias, segundo fato relevante divulgado pela companhia.

A previsão representa estabilidade em relação ao recorde de 341 academias adicionadas em 2025 e implica um crescimento anual da rede entre 16% e 17%. Ao final do quarto trimestre de 2025, a empresa contava com 2.084 academias, sendo 1.683 próprias, o equivalente a 81% do total.

De acordo com a companhia, a decisão de sustentar o ritmo de expansão está baseada na performance consistente das academias maduras e no forte crescimento das unidades inauguradas nos últimos anos. A empresa também destacou a disciplina na execução e na alocação de capital, a robustez da posição financeira e as condições favoráveis de mercado, incluindo um pipeline de oportunidades imobiliárias considerado atrativo.

Outro fator apontado é a crescente demanda pelo segmento fitness, impulsionada por tendências estruturais ligadas à saúde e bem-estar, o que reforça a alta escalabilidade do modelo de negócios da rede.

Fundada pelo empresário Edgard Corona, a Smart Fit se tornou a maior rede de academias da América Latina, com estratégia baseada em preços competitivos e grande escala de unidades.

Em termos financeiros, a empresa registro registrou lucro líquido de R$ 214,4 milhões no quarto trimestre, alta de 29,9% em relação ao mesmo período de 2024, segundo resultados divulgados pela companhia.

Dados financeiros 

A receita líquida somou R$ 1,94 bilhão no trimestre, crescimento de 26,4% na comparação anual. Já o Ebitda atingiu R$ 934,1 milhões, avanço de 26,5%. Em termos ajustados, o indicador foi de R$ 610 milhões, alta de 25%.

No ano de 2025, o lucro da rede de academias alcançou R$ 640 milhões, mais de três vezes o registrado em 2024. A receita anual totalizou R$ 7,24 bilhões, representando um aumento de 176,6% em relação ao ano anterior.

Ao final do período, a empresa reportou dívida líquida de R$ 4,07 bilhões, acima dos R$ 2,99 bilhões registrados um ano antes. Mesmo assim, a alavancagem permaneceu controlada em 1,19 vez, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.