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A bolsa brasileira voltou a renovar máximas históricas nesta quarta-feira (26). No fim do pregão, o Ibovespa subiu 1,7% a 158.555 pontos, um novo recorde nominal frente aos 158.467 pontos, marcado em 11 de novembro. Já o dólar caiu 0,77% cotado a R$ 5,333.

Lá fora, as bolsas de Nova York também tiveram um dia de alta na véspera de um dos principais feriados americanos, o Dia de Ação de Graças, que acontece na quinta-feira (27). No fim da sessão, S&P 500 subiu 0,69%, o Nasdaq avançou 0,82% e o Dow Jones teve alta de 0,67%.

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Aqui como lá fora, o tom mais otimista vem de uma percepção de que os cortes de juros se aproximam. No caso dos investidores globais, o bom humor e o interesse em buscar mais retorno em ativos e mercados considerados mais arriscados, caso dos emergentes, surgem na esteira da sinalização de integrantes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de que um corte de 0,25 ponto percentual em dezembro ainda está sobre a mesa.

A ferramenta CME FedWatch, que acompanha as apostas no rumo da política monetária dos EUA, mostra que 84,9% do mercado já considera certa uma redução dessa magnitude nas taxas durante o encontro do Fed entre 9 e 10 de dezembro. Esse percentual era de menos de 40% há duas semanas.

Por aqui, o resultado do IPCA-15 na primeira quinzena de novembro, considerado uma prévia do IPCA “cheio”, mostrou que a inflação no acumulado de 12 meses já entrou dentro da meta do BC, ainda que no topo do intervalo, aos 4,5%.

Outra boa notícia veio do grupo alimentos e bebidas, considerado um dos mais voláteis, que variou apenas 0,09%. Além disso, houve queda nos preços de combustíveis (-0,46%) e nos de energia elétrica (-0,38%). Os dados voltaram a alimentar as expectativas de que o cenário para a retomada dos cortes da Selic está se consolidando.