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Cafeína

É possível ser ‘agressivo’ na renda fixa?

Com chances de queda na taxa Selic ainda este ano, alguns títulos de curto prazo ou pós-fixados tendem a ter os rendimentos impactados. Mas para outros papéis abre-se oportunidades de ganhos.

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O último comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) marcou a primeira vez em que o Banco Central admitiu uma menor chance de ter que voltar a subir mais os juros. E ainda que a mensagem tenha reforçado que os efeitos da política monetária requerem paciência, é consenso que o BC começará a cortar juros no segundo trimestre.

De acordo com o boletim Focus, a Selic, que hoje está em 13,75%  pode cair para 12,50% ainda neste ano e para 10% no próximo. E essa esperada queda de juros, inevitavelmente, tornará mais baixos os rendimentos de títulos de curtíssimo prazo ou pós-fixados indexados à Selic ou ao CDI. Mas isso não significa o fim da renda fixa.

Em primeiro lugar porque, ainda que mais baixos, os juros devem continuar elevados por um bom tempo. Em segundo, porque essas quedas de juros podem abrir oportunidades interessantes na renda fixa, especialmente para aquele investidor chegado a algumas “pitadas de ousadia”.

Neste Cafeína, Samy Dana e Dony De Nuccio conversa com este investidor de perfil arrojado – mas na renda fixa.

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