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Carteira Recomendada de Dividendos

A Carteira Recomendada de Dividendos é voltada para quem busca a tão sonhada renda passiva na aposentadoria, essa estratégia busca por empresas geradoras de caixa, com alta distribuição de dividendos, baixo endividamento, elevadas margens e com modelo de negócio estável e previsível. O objetivo é superar o índice de Dividendos (IDIV) no longo prazo com uma combinação entre ganhos com proventos e valorização dos ativos.

Carteira de Dividendos

Atualizado em 02-05-2022

Delay de 15 minutos

Código Alocação Preço Entrada Comprar Até Freq. de pgtos. DY proj. (12 meses) Análise Completa
AGRO3 15% R$ 31,09 09/03/2021 R$37 Novembro 7.6% Visualizar
COCA34 15% R$ 50,97 09/03/2021 R$ 55 Mar, Jun, Set, Nov 2.8% Visualizar
VALE3 15% R$ 84,05 09/03/2021 R$ 110 Março e Setembro 8.2% Visualizar
ALUP11 10% R$ 27,31 02/05/2022 R$ 31 Abril 6.0% Visualizar
JBSS3 10% R$ 35,5 01/11/2021 R$ 45 Abril 4.7% Visualizar
PETR4 10% R$ 31,72 01/12/2021 R$ 37 Trimestral 22.7% Visualizar
ABEV3 5% R$ 14,19 01/06/2021 R$ 20 Dezembro 4.4% Visualizar
AURA33 5% R$ 37,45 02/03/2022 R$ 82 Março e Dezembro 4.7% Visualizar
B3SA3 5% R$ 12,02 03/03/2021 R$ 18 Mar, Jun, Set, Dez 6.6% Visualizar
ITSA4 5% R$ 9,57 01/07/2021 R$ 13 Irregular 5.8% Visualizar
KEPL3 5% R$ 19,1 01/10/2021 R$ 22 Março e Outubro 6.0% Visualizar
Retorno esperado em dividendos (dividend yield) da carteira para os próximos 12 meses Retorno esperado em dividendos (dividend yield) da carteira para os próximos 12 meses 7.2%

Desempenho da carteira

+23.5%

Desempenho do índice de Dividendos (IDIV) no mesmo período

+14.4%

Objetivo

O objetivo desta carteira é superar o Índice de Dividendos (IDIV) a longo prazo através de empresas de menor valor de mercado. Para isso, a equipe de análise do Nu invest se vale do uso da análise fundamentalista em busca de empresas com bom potencial pela frente e sempre visando a formação de um portfólio equilibrado em busca da melhor relação risco-retorno.

Perfil do investidor

Conservador Moderado Experiente

O investimento em ações para o longo prazo exige que o investidor tenha capacidade financeira e emocional de absorver as oscilações de curto prazo. No caso das empresas pagadoras de dividendos, é preciso ter coragem para comprar as empresas após as quedas já que, mantido o montante de dividendos pagos, isso se traduz em maior dividend yield. Por outro lado, a distribuição recorrente de dividendos ao longo do ano traz uma melhor estabilidade e previsibilidade à carteira.

Resumo do relatório

Neste relatório, começo comentando sobre a interrupção do fluxo comprador estrangeiro no mês de abril e se isso é motivo para preocupação ou não. A seguir, introduzo uma nova ação na carteira Dividendos NuInvest: Alupar (ALUP11).

As UNITs ALUP11 chegam ao portfólio com 10% de alocação recomendada que virão de nossa redução em Aura Minerals (AURA33) e Itaúsa (ITSA4) de 10% para 5%, respectivamente. Os motivos pela diminuição da exposição desses dois ativos também foram comentados.

Em seguida, destaco as boas empresas pagadoras de dividendos que demonstraram, mais uma vez, resiliência diante de turbulento mês de abril para o mercado acionário. Por fim, diante de mais um excelente resultado trimestral, decidimos aumentar nosso 'Até que preço comprar' em KEPL3 de R$ 57 para R$ 66.

Fluxo vendedor do investidor internacional em abril preocupa?

O forte fluxo comprador estrangeiro que vinha sustentando a alta no Ibovespa nesse início de 2022 cessou em abril. Até dia 27 de abril, o investidor estrangeiro já havia retirado R$ 5,3 bi da B3. O que essa informação nos diz? Há motivo para se preocupar?

Olhando o lado do copo meio cheio, quando analisamos um horizonte um pouco mais longo, vemos que o fluxo em 2022 segue ainda bastante positivo em R$ 60 bi apesar da mês de abril negativo. Sendo assim, um argumento que, por enquanto, ainda é aceito é de poder se tratar de uma oscilação natural. Afinal, assim como as ações não sobem em linha reta, o fluxo não necessariamente precisa ser comprador em todos os meses, sem qualquer respiro. Por fim, contrastando com a pausa do investidor internacional, vemos o investidor pessoa física voltar a registrar um fluxo comprador em abril: +R$ 4,7 bi.

Porém, do lado do copo meio vazio, a queda de 10,1% do IBOV no mês de abril evidencia a importância que esse fluxo estrangeiro tem para as blue chips brasileiras. Não dá para colocar tudo na conta do fluxo vendedor, é verdade. As empresas de commodities sofreram com as oscilações do petróleo e minério de ferro diante do temor de que o severo lockdown em Shanghai pudesse ser estendido para outras regiões da China. Já os bancos tradicionais também vêm assustando o mercado com algum aumento de inadimplência. Mas, certamente, a ausência desse dinheiro que vem de fora do país teve sua importante parcela de contribuição.

Resumo do relatório

Neste relatório, começo comentando sobre a interrupção do fluxo comprador estrangeiro no mês de abril e se isso é motivo para preocupação ou não. A seguir, introduzo uma nova ação na carteira Dividendos NuInvest: Alupar (ALUP11).

As UNITs ALUP11 chegam ao portfólio com 10% de alocação recomendada que virão de nossa redução em Aura Minerals (AURA33) e Itaúsa (ITSA4) de 10% para 5%, respectivamente. Os motivos pela diminuição da exposição desses dois ativos também foram comentados.

Em seguida, destaco as boas empresas pagadoras de dividendos que demonstraram, mais uma vez, resiliência diante de turbulento mês de abril para o mercado acionário. Por fim, diante de mais um excelente resultado trimestral, decidimos aumentar nosso 'Até que preço comprar' em KEPL3 de R$ 57 para R$ 66.

Fluxo vendedor do investidor internacional em abril preocupa?

O forte fluxo comprador estrangeiro que vinha sustentando a alta no Ibovespa nesse início de 2022 cessou em abril. Até dia 27 de abril, o investidor estrangeiro já havia retirado R$ 5,3 bi da B3. O que essa informação nos diz? Há motivo para se preocupar?

Olhando o lado do copo meio cheio, quando analisamos um horizonte um pouco mais longo, vemos que o fluxo em 2022 segue ainda bastante positivo em R$ 60 bi apesar da mês de abril negativo. Sendo assim, um argumento que, por enquanto, ainda é aceito é de poder se tratar de uma oscilação natural. Afinal, assim como as ações não sobem em linha reta, o fluxo não necessariamente precisa ser comprador em todos os meses, sem qualquer respiro. Por fim, contrastando com a pausa do investidor internacional, vemos o investidor pessoa física voltar a registrar um fluxo comprador em abril: +R$ 4,7 bi.

Porém, do lado do copo meio vazio, a queda de 10,1% do IBOV no mês de abril evidencia a importância que esse fluxo estrangeiro tem para as blue chips brasileiras. Não dá para colocar tudo na conta do fluxo vendedor, é verdade. As empresas de commodities sofreram com as oscilações do petróleo e minério de ferro diante do temor de que o severo lockdown em Shanghai pudesse ser estendido para outras regiões da China. Já os bancos tradicionais também vêm assustando o mercado com algum aumento de inadimplência. Mas, certamente, a ausência desse dinheiro que vem de fora do país teve sua importante parcela de contribuição.

O pior cenário seria que essa saída de abril não fosse algo simplesmente pontual, mas sim o início de uma debandada mais longa repercutindo as declarações do Fed (banco central norte-americano) de que ele deve acelerar as altas de juros por lá.

O pior cenário seria que essa saída de abril não fosse algo simplesmente pontual, mas sim o início de uma debandada mais longa repercutindo as declarações do Fed (banco central norte-americano) de que ele deve acelerar as altas de juros por lá.

Voltamos a ter uma empresa de energia elétrica na carteira

No relatório anterior, recomendei a venda das UNITs de Taesa (TAEE11). Na ocasião, comentei que embora achasse a companhia "qualitativamente excelente, no segmento de menor risco dentro de um setor que já é resiliente", preço importa.

Como continuamos gostando desse setor, fomos atrás de outros nomes e nos deparamos com Alupar (ALUP11). Empresa com características bastante semelhantes como as de Taesa, que vem distribuindo dividendos crescentes ao longo dos últimos anos e com espaço para aumentar ainda mais daqui para frente. Por fim, quando comparamos os múltiplos EV/RAP das duas companhias, a Alupar apresenta atualmente um desconto bem acima da média para a Taesa, sugerindo o quanto a companhia pode estar descontada.

Para entender melhor sobre o setor de energia elétrica, as vantagens competitivas de Alupar e o cálculo que nos levou a recomendar a compra das UNITs ALUP11 até o patamar de R$ 31, clique aqui e acesse o relatório completo sobre a companhia.

Reduzindo posição em Aura Minerals e Itaúsa

Para liberar espaço a chegada das UNITs da Alupar, cuja exposição recomendada é de 10%, decidimos reduzir nossas posições em Aura Minerals (AURA33) e Itaúsa (ITSA4) de 10% para 5%, respectivamente.

Comentando primeiramente sobre a mineradora de ouro e cobre, muito embora o ativo siga nos parecendo bastante descontado e o racional para se manter um pouco de ouro na carteira se mantenha, vemos pouco gatilhos para as ações ao longo de 2022, não justificando, portanto, uma exposição mais relevante do que 5% neste momento.

Já sobre Itaúsa, os bancos tradicionais sofreram um revés no mês de abril diante de preocupações do mercado acerca da inadimplência e também com a saída dos investidores internacionais, já comentada página anterior. Embora a questão da inadimplência não me preocupe tanto quanto o mercado, se o fluxo estrangeiro estiver se invertendo, de fato, pode ser um risco para as grandes empresas da nossa Bolsa como o Itaú, principal investida da holding.

Alguns de vocês podem estar se perguntando: "mas Vale e Petro também são grandes empresas da nossa Bolsa, por que elas continuam com a mesma exposição?". A primeira parte da resposta é porque são ativos simplesmente baratos demais, com Vale negociando a 3 vezes o Ebitda esperado para 2022 e Petrobras apenas 2,2 vezes. Segundo, pagam mais dividendos do que Itaúsa. Por fim, o terceiro motivo é que as exposições de 15% e 10% em Vale e Petrobras, respectivamente, estão em linha com o tamanho delas dentro do Ibovespa, patamar que ainda nos sentimos confortáveis em ter nesse momento.

Empresas pagadoras de dividendos seguem demonstrando resiliência

Já comentamos algumas vezes por aqui, em relatórios anteriores, a resiliência que as boas empresas pagadoras de dividendos possuem, citando uma certa 'seleção natural' já que a distribuição de dividendos pressupõe um fluxo de caixa positivo, estável e, de preferência, crescente. Essas características normalmente são encontradas em companhias mais maduras, cujas indústria e produto(s) já se provaram vencedores no mercado.

Dessa forma, investir com foco em dividendos é uma estratégia que, além de simples e que comprovadamente funciona no longo prazo, traz as vantagens de seguirmos ganhando dinheiro quando o mercado vai bem e evitarmos quedas mais expressivas em momentos de maior volatilidade.

O mês de abril foi mais um exemplo dessa capacidade. Enquanto o Ibovespa amargou uma queda de -10,1% no mês, a Carteira Dividendos NuInvest recuou apenas -2,5% no período. Conforme pode ser observado com mais detalhes na página a seguir, desde o início em 09-mar-21, a carteira Dividendos avança +23,47% ante -3,10% do IBOV e +14,44% do IDIV no mesmo período, resultados bem animadores e que nos mostram que estamos no caminho certo.

'Até que preço comprar' de KEPL3 revisado para R$ 66

Conforme recorrentemente alertamos por aqui, o caso de alguma ação recomendada ultrapassar nosso 'Até que preço comprar' sugerido não deve ser encarado como um sinal de venda. Afinal, em algumas ocasiões, os fundamentos podem ter melhorado e uma revisão para cima é possível.

Esse é o caso de Kepler. Na noite do último dia 27/abril, a companhia soltou um resultado trimestral forte e acima das expectativas. Retornamos às nossas planilhas, ajustamos algumas premissas e a conclusão é de que as ações KEPL3 ainda tem um bom potencial de alta pela frente. Sendo assim, decidimos reajustar nosso 'Até que preço comprar' de R$ 50 para R$ 66.

Resultado da Carteira

Nos últimos 12 meses, a carteira Dividendos NuInvest acumulou uma alta de +6,67% contra +2,42% do índice de Dividendos da B3 (IDIV) e -10,15% do Ibovespa (IBOV) no mesmo período. Desde o início (09-mar-21), a carteira Dividendos avança +23,47% ante -3,10% do IBOV e +14,44% do IDIV no mesmo período.

Até que preço comprar

Nesta carteira recomendada, nós utilizamos a expressão ‘Até que preço comprar’ em vez do tradicional ‘Preço Alvo’. Apesar da sutil diferença na escolha de palavras, a expressão carrega uma interpretação diferente e muito importante que deve ser devidamente compreendida pelos investidores.

Utilizando a análise fundamentalista e uma visão de médio e longo prazos para a escolha de ativos, as empresas não têm um ‘valor justo’ definitivo. Esse valor vai se alterando ao longo do tempo para cima ou para baixo, conforme a empresa vá entregando ou decepcionando as nossas expectativas.

Sendo assim, a coluna ‘Até que preço comprar’ não deve ser compreendida como um stop gain, ou seja, o valor informado nesta coluna não deve ser considerado como uma referência para se desfazer das Ações. Nessa situação, nossa recomendação é que o investidor simplesmente aguarde o preço voltar a negociar abaixo do valor estipulado antes de fazer novas compras.

Quando as Ações ultrapassam nosso preço limite sugerido de compra, sempre retornaremos às planilhas em busca de um novo potencial de alta. Caso não encontremos fundamentos suficientes que justifiquem uma revisão nos preços, iremos deixar claro em nosso relatório mensal que a companhia não faz mais parte dos ativos recomendados.

Objetivo

O objetivo desta carteira é superar o índice de Dividendos (IDIV) no longo prazo por meio de empresas pagadoras de dividendos, buscando um recebimento acima de 6,0% em proventos anualmente. Para isso, a equipe de análise do NuInvest se vale do uso da análise fundamentalista em busca de empresas com bom potencial pela frente e sempre visa a formação de um portfólio equilibrado em busca da melhor relação entre risco e retorno.

O investimento em Ações para o longo prazo exige que o investidor tenha capacidade financeira e emocional de absorver as oscilações de curto prazo. No caso das empresas pagadoras de dividendos, é preciso ter coragem para comprar as empresas após as quedas, já que, mantido o montante de dividendos pagos, isso se traduz em maior dividend yield. Por outro lado, a distribuição recorrente de dividendos ao longo do ano traz uma melhor estabilidade e previsibilidade à carteira.

Segue com dúvidas em relação ao funcionamento de nossas carteiras recomendadas? Clique aqui pois este arquivo com as dúvidas mais frequentes dos investidores pode ajudá-lo.

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Sobre o Analista

Murilo Breder

Murilo Breder

Integrante da nova geração de analistas, tem passagens pelo Banco Safra e Levante Ideias de Investimentos. Finalista em competições nacionais de mercado financeiro ainda durante a faculdade, é Engenheiro Civil de formação pela UFMG, com direito a um ano de intercâmbio nos Estados Unidos (Los Angeles e Nova York). Possui as certificações CNPI, CGA e foi aprovado no CFA Level I, a primeira das três provas necessárias para obter o prestigiado certificado internacional Chartered Financial Analyst (CFA).