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Carteira de Ações Recomendadas Small Caps

Pequenas empresas, grandes oportunidades. Por serem empresas de menor porte, além de ter oportunidades de crescimento maiores quando comparadas com as grandes empresas da Bolsa, muitos ativos ficam de fora do radar dos investidores.
Sob a ótica da análise fundamentalista, nosso analista selecionou as small caps que acredita ser uma boa escolha para o médio e longo prazo.

Carteira Small Caps

Delay de 15 minutos

Código Alocação Potencial Preço Preço Alvo Retorno Data de Entrada
AGRO3 15% +20.4% R$ 30,72 R$37,00
+46.21%
01/10/2020
CARD3 15% +18.2% R$ 23,68 R$28,00
+32.66%
01/04/2021
FESA4 15% +9.64% R$ 40,13 R$44,00
+88.4%
01/02/2021
KEPL3 15% +9.62% R$ 50,17 R$55,00
+26.4%
01/10/2020
PETZ3 15% +4.66% R$ 24,84 R$26,00
+6.42%
01/06/2021
AURA33 10% +22.0% R$ 67,18 R$82,00
+14.25%
01/04/2021
CPLE11 5% +30.8% R$ 30,58 R$40,00
+2.78%
01/10/2020
RANI3 5% -13.8% R$ 9,29 R$8,00
+81.8%
01/01/2021
SQIA3 5% +33.9% R$ 22,39 R$30,00
+3.27%
01/10/2020

Desempenho da carteira

+55.4%

Desempenho do índice de Small Caps (SMLL) no mesmo período

+31.6%

Objetivo

O objetivo desta carteira é superar o índice de Small Caps (SMLL) a longo prazo através de empresas de menor valor de mercado. Para isso, a equipe de análise da Easynvest se vale do uso da análise fundamentalista em busca de empresas com bom potencial pela frente e sempre visando a formação de um portfólio equilibrado em busca da melhor relação risco-retorno.

Perfil do investidor

Conservador Moderado Experiente

O investimento em ações para o longo prazo exige que o investidor tenha capacidade financeira e emocional de absorver as oscilações de curto prazo. Isto fica ainda mais evidente para as ações small caps já que o volume reduzido de negociação de alguns papéis pode acarretar em movimentações mais agudas.

Diferencial

Simplificação: alto retorno via uma seleção de poucos e excelentes ativos.

Potencial de valorização: por serem empresas de menor porte, as oportunidades de crescimento ainda são abundantes quando comparadas com as grandes empresas da Bolsa.

Diversificação: fora do radar da maioria dos investidores, as ações small caps costumam ser pouco correlacionadas com as empresas blue chips, o que traz uma excelente diversificação ao investidor de perfil mais arrojado.

Composição do portfólio

Integrando o Ibovespa sem estar mais no índice de Small Caps da B3 (SMLL), com um valor de mercado ultrapassando a faixa dos R$ 20 bilhões e uma liquidez média acima de R$ 100 milhões/dia nos últimos 12 meses, chegou a hora de deixarmos a Eneva ir brigar entre as grandes empresas da Bolsa.

A Eneva agora dá lugar a uma outra empresa com menos da metade de seu valor de mercado e com uma grande avenida de crescimento pela frente. Para o mês de junho, sai Eneva (ENEV3) e entra Petz (PETZ3).

Além disso, diante da forte disparada de Irani no final do mês, aproveito também para reduzir a alocação na companhia. Sendo assim, a alocação nas RANI3 passa de 15% para 5%. O percentual reduzido em Irani deve ser realocado em CSU Cardsystem (CARD3) e Aura Minerals (AURA33), que agora passam a ter 15% e 10% de peso na carteira, respectivamente.

Quarto mês consecutivo no positivo

Maio foi o quarto mês consecutivo de retorno positivo para a nossa carteira recomendada, um raro feito considerando o natural sobe-desce do mercado financeiro. No entanto, após dispararmos mais de 20% em abril, o índice de Small Caps da B3 (SMLL) levou levemente a melhor em maio, mas não o suficiente para sequer ameaçar virar o jogo.

No acumulado de 2021, a carteira Small Caps Easynvest acumula uma alta de +35,6% contra +10,0% do índice de Small Caps da B3 (SMLL) e apenas +6,1% do Ibovespa (IBOV) no mesmo período. Desde o início em 01/out, a carteira Small Caps Easynvest dispara +55,4% contra +31,6% do SMLL e +32,2% do Ibovespa.

No relatório anterior, alertei que retornos como os do mês de abril não seriam comuns em nossa jornada. Por isso, apesar da boa rentabilidade da carteira no ano, volto a frisar a importância do investidor manter uma carteira diversificada de investimentos.

O que muda com a chegada de Petz e a saída de Eneva

A saída de Eneva de nossa carteira de Small Caps era questão de tempo. A companhia vem demonstrando todas as características de estar no caminho para se tornar uma blue chip. Continuo gostando de ENEV3, mas é preciso respeitar nossa estratégia. Em uma companhia deste tamanho, já não nos depararemos com o crescimento exponencial que ela já teve quando era de um porte bem inferior.

Felizmente, a bolsa de valores brasileira continua nos apresentando boas oportunidades de investimento pinceladas com algumas ineficiências do mercado que de vez em quando exagera na reação. Acredito que uma boa janela se abriu recentemente em PETZ3.

A empresa líder no setor pet no Brasil vem crescendo a um ritmo muito acelerado. A companhia planeja abrir mais de 30 lojas apenas em 2021 e tem o objetivo de se expandir geograficamente ao ponto de estar presente em todos os estados da federação nos próximos 5 anos.

O movimento de humanização dos pets, que já vinha ocorrendo nos últimos anos, foi fortalecido ainda mais com a chegada da pandemia. Outra avenida que foi bastante impulsionada no período da pandemia foi o e-commerce. Hoje mais de 1⁄4 de receita bruta de Petz vem do online e a tendência é aumentar.

Com a chegada de Petz e a saída de Eneva, a carteira de Small Caps ganha ainda mais diversificação setorial. Enquanto mantemos o setor de energia representado pela Copel, ganhamos a presença do importante setor de varejo entre nossas recomendações.

Para mais detalhes sobre Petz, acesse a tese de investimento na companhia.

Uma âncora chamada BNDES em Copel

A Copel vem passando por uma série de transformações em 2021. A companhia anunciou sua política de dividendos, desdobrou suas ações na proporção de 1 para 10 e recentemente criou suas UNITs. A ideia com a criação das UNITs é facilitar a saída do BNDES, que está na iminência de vender metade dos 24% que possui de participação na estatal paranaense.

O BNDES já teria até contratado bancos para assessorar a operação, que deve avançar em junho. Enquanto a oferta de ações (follow-on) para dar saída ao BNDES não ocorre, uma maior pressão negativa sobre as ações de Copel deve perdurar. No entanto, a visão de longo prazo continua intacta.

Acredito que o investidor que tiver paciência poderá ser premiado pois, após a saída do BNDES, abrirá espaço para que Copel seja ainda melhor precificada pelo mercado.

A tendência é que a liquidez de suas ações, principalmente de sua UNIT, fique muito melhor. A oferta também permitirá que a Copel avance em seu plano de migração do Nível 1 para o Nível 2 de governança corporativa já que o governo do Paraná havia colocado a operação com o BNDES como uma condição para dar seu apoio à melhora de padrão de governança.

Por fim, um caminhão de dividendos pode estar pelo caminho. Com a política de dividendos estabelecida, a expectativa é que a companhia distribua 50% de seu lucro líquido ao final de 2021. Considerando o valor de mercado atual da companhia, isso poderia representar um impressionante retorno em dividendos (dividend yield) de 13%.

Até que preço comprar

Nesta carteira recomendada nós utilizamos a expressão ‘Comprar até’, ao invés do tradicional ‘Preço Alvo’. Apesar da sutil diferença na escolha de palavras, a expressão carrega uma interpretação diferente e muito importante que deve ser devidamente compreendida pelos investidores.

Utilizando a análise fundamentalista e uma visão de médio e longo prazo para a escolha de ativos, as empresas não têm um ‘valor justo’ definitivo. Esse valor vai se alterando ao longo tempo, para cima ou para baixo, conforme a empresa vá entregando ou decepcionando as nossas expectativas.

Sendo assim, a coluna ‘Comprar até’ não deve ser compreendida como um stop gain. Ou seja, o valor informado na penúltima coluna não deve ser considerado como uma referência para se desfazer das ações. Nessa situação, nossa recomendação é que o investidor simplesmente aguarde o preço voltar a negociar abaixo do valor estipulado antes de fazer novas compras.

Quando as ações ultrapassam nosso preço limite sugerido de compra, sempre retornaremos às planilhas em busca de um novo potencial de alta. Caso não encontremos fundamentos suficientes que justifiquem uma revisão nos preços, iremos deixar claro em nosso relatório mensal que a companhia não faz mais parte dos ativos recomendados.

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Sobre o Analista

Murilo Breder

Murilo Breder

Integrante da nova geração de analistas, possui passagens por instituições respeitadas como Banco Safra e a casa de análise independente Levante Ideias de Investimentos. Finalista em competições nacionais de mercado financeiro ainda durante a faculdade, é Engenheiro Civil de formação pela UFMG, com direito a um ano de intercâmbio nos Estados Unidos (Los Angeles e Nova York), e possui as certificações CGA e CNPI.

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