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Primeira Marcha

Carro 0km fica 0,22% mais caro em abril; Fiat é a marca que mais aumenta preços

Estudo feito pela KBB leva em consideração quase 25 mil versões de veículos de todas as marcas que atuam no Brasil.

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FiatGrandSiena/André Paixão/Primeira Marcha
FiatGrandSiena/André Paixão/Primeira Marcha

Um estudo feito pela KBB, empresa especializada em pesquisa de preços de veículos, aponta que os carros 0KM ficaram 0,22% mais caros em abril no Brasil.

Foram analisadas 24.669 versões de modelos de todas as marcas que atuam no país. Nos próximos parágrafos, mostro alguns dados interessantes do estudo.

Antes disso, uma observação importante. Não estou trazendo aqui preços dos modelos porque os dados são de abril, e as tabelas de hoje muito provavelmente já sofreram outros reajustes. Porém, essa é a mais recente pesquisa de preços feito pela KBB.

Mesmo com a elevação nos preços, os reajustes em abril foram mais suaves do que em março, quando as tabelas tiveram aumento médio de 1,87%.

Voltando para abril, entre marcas e modelos, a Fiat puxa a lista de quem mais aumentou os preços, com alta média de 2,04%.

Um reflexo disso é que 5 dos 10 modelos que tiveram as maiores altas na tabela são da fabricante italiana, que inclusive tem liderado o mercado brasileiro em 2021.

Além do mercado, a Fiat também lidera a lista dos reajustes com o hatch compacto Uno, que encareceu 4,39% em relação a março. Cronos (2,71%), Argo (2,52%), Toro (2,44%) e Grand Siena (1,93%) também figuram no ranking.

Concessionária
Concessionária/André Paixão/Primeira Marcha

A Renault foi a segunda marca que mais “salgou” os preços de seus carros em abril – e três de seus modelos aparecem no ranking das maiores altas: Sandero (3,16%), Logan (2,36%) e Duster (2,04%).

Outros modelos que aparecem no estudo são Jeep Renegade (2,39% mais caro em abril) e Honda HR-V (2,23%).

Entre as 21 fabricantes analisadas pelo estudo, apenas 8 registraram queda nos preços em abril: Volvo (-0,45%), BMW (-0,36%), Kia (-0,33%), Citroën (-0,32%), Chevrolet (-0,31%), Porsche (-0,26%), Nissan (-0,21%) e Ford (-0,17%).

Segundo a operação brasileira da KBB, o estudo é feito levando em conta informações do mercado e Big Data para chegar ao aumento médio de preços. O algoritmo da empresa usa 800 mil informações de preços de fontes diversas do mercado.

Notas rápidas

O mercado de SUVs segue aquecido no Brasil. Em uma semana, dois novos modelos chegaram por aqui.

CaoaCheryTiggo3X/Divulgação
CaoaCheryTiggo3X/Divulgação

A Caoa Chery acaba de lançar o Tiggo 3X. Ele é uma versão com visual e mecânica atualizados em relação ao Tiggo 2 lançado em 2018, mas que continua no mercado. Este, por sinal, já era uma derivação do hatch compacto Celer, dono de um projeto alguns anos mais antigo.

Oferecido em duas versões, custa entre R$ 94.990 e R$ 99.990, e sempre sai de fábrica com motor 1.0 turbo de 102 cv e câmbio automático do tipo CVT.

A outra novidade do mercado é o Volkswagen Taos, que deve concorrer com Jeep Compass e Toyota Corolla Cross.

Ele também chega às lojas em duas versões e preços entre R$ 154.990 e R$ 181.790. Importado da Argentina, traz motor 1.4 turbo de 150 cv e câmbio automático de 6 marchas.

A Chevrolet vai suspender a produção na fábrica de São Caetano do Sul (SP) por 6 semanas, entre o final de junho e o início de agosto.

A paralisação tem duas causas principais: uma delas é a falta de peças que atinge praticamente toda a indústria automotiva mundial. Além disso, a Chevrolet vai preparar a unidade no ABC Paulista para produzir a nova picape, tratada como a sucessora da Montana. O lançamento, porém, só vai acontecer em 2022.

* André Paixão é jornalista automotivo e editor do Primeira Marcha

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