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A Oi S.A. (antiga Telemar) possui ações ordinárias (OIBR3) listadas na bolsa de valores paulista. Estas ações permitem ao acionista participar das decisões da empresa, diferentemente dos que possuem apenas ações preferenciais (OIBR4). Quanto mais ações ordinárias o investidor tiver, maior seu poder de decisão sobre a companhia.

A Oi S.A. (antiga Telemar) possui ações ordinárias (OIBR3) listadas na bolsa de valores paulista. Estas ações permitem ao acionista participar das decisões da empresa, diferentemente dos que possuem apenas ações preferenciais (OIBR4). Quanto mais ações ordinárias o investidor tiver, maior seu poder de decisão sobre a companhia.

A Oi é uma concessionária de serviços de telecomunicações, a segunda maior operadora de telefonia fixa (com 8,55 milhões) e a quarta maior de telefonia móvel do país (com 42,2 milhões de chips ativos).

História da Oi

A empresa foi formada a partir da privatização da empresa do setor de telecomunicações Telemar, em 1998.

Sua primeira grande aquisição foi anunciada em 2008, quando a então Oi comprou a Brasil Telecom – a operação envolveu R$ 5,8 bilhões e precisou de aval presidencial exclusivo para acontecer.

Crises e Dívidas

A partir de 2012, entrou em um longo processo de crise e dívidas ocasionados pela falência do banco que era o garantidor da fusão entre a Telemar e a Portugal Telecom, em 2012.

Além disso, passou a enfrentar mudanças de hábitos entre consumidores, que cada vez menos usam a telefonia fixa, e a forte concorrência no setor de telecomunicações.

Todas essas mudanças resultaram na recuperação judicial iniciada em 20 de junho de 2016. O plano foi aprovado e homologado em 2018. O processo ainda está em andamento.

Tentativa de recuperação judicial

Em 22 de setembro de 2017, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou um investimento para aumento de capital feito pela empresa China Telecom. No entanto, a companhia recuou da oferta.

A dívida com os acionistas foi reduzida oferecendo a eles 75% do capital da companhia em troca. A dívida total no primeiro trimestre de 2018 foi de R$ 13,5 bilhões. Em 6 de novembro de 2018, a Oi efetivou seu aumento de capital mediante a emissão de novas ações ordinárias.

Em 2020, foi anunciada uma reestruturação da empresa com a venda de ativos como a área de telefonia móvel para pagar dívidas. Em 2022 o Cade autorizou a compra da área por outras três gigantes do setor: Telefônica (VIVT3), Tim (TIMS3) e Claro.

Turnaround e novo Plano Estratégico

Em julho de 2021, a Oi divulgou seu Plano Estratégico para o triênio 2022-24. A empresa projeta uma receita líquida entre R$ 14,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões em 2024, para a Nova Oi, que terá como foco a infraestrutura de serviços em fibra óptica.

Quem são os acionistas da Oi

As ações da Oi estão divididas em três grandes acionistas:

  • A Brookfield Asset Management, empresa americana que detém 8,65% das ações ordinárias da empresa;
  • Victor Adler, administrador da VIC DTVM, que comprou 5,32% das ações preferenciais em 2019 – hoje seu valor corresponde a 5,26%;
  • A companhia detém em tesouraria 10,01% das ações ordinárias e 1,16% de ações preferenciais.

Dividendos da Oi

A companhia realizava pagamentos de dividendos recorrentemente entre 2010 e 2013 de forma semestral, na forma de dividendos e JCP. Ambos os pagamentos, entretanto, cessaram a partir deste ano e não foram feitos novos pagamentos, com todo o lucro sendo revertido para recuperação da empresa.

A Oi S.A. (antiga Telemar) possui ações ordinárias (OIBR3) listadas na bolsa de valores paulista. Estas ações permitem ao acionista participar das decisões da empresa, diferentemente dos que possuem apenas ações preferenciais (OIBR4). Quanto mais ações ordinárias o investidor tiver, maior seu poder de decisão sobre a companhia.

A Oi éuma concessionária de serviços de telecomunicações, a maior operadora de telefonia fixa e a quarta maior de telefonia móvel do país. A empresa foi formada a partir da privatização do setor de telecomunicações, em 1998, como Telemar. Em 2010, já tendo mudado de nome, comprou a Brasil Telecom, maior empresa de telefonia do país. A partir de 2012, entrou em um longo processo de crise e dívidas, que resultou na recuperação judicial iniciada em 20 de junho de 2016.

A Oi começou a ter problemas depois da falência do banco que era o garantidor da fusão entre a Telemar e a Portugal Telecom. Além disso, passou a enfrentar mudanças de hábitos entre consumidores, que cada vez menos usam a telefonia fixa, e a forte concorrência no setor de telecomunicações. 
Em 22 de setembro de 2017, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou um investimento para aumento de capital na empresa pela China Telecom. No entanto, a companhia recuou da oferta.

Em janeiro de 2018, foi aprovado e homologado o plano de recuperação judicial da operadora. A dívida com os acionistas foi reduzida com a conversão das dívidas em troca de 75% do capital da companhia. A Oi encerrou o primeiro trimestre de 2018 com uma dívida total de R$ 13,5 bilhões.Em 6 de novembro de 2018, a Câmara de Arbitragem do Mercado reconsiderou decisão anterior que suspendia os efeitos da aprovação do aumento de capital. Com isso, a Oi efetivou seu aumento de capital mediante a emissão de novas ações ordinárias.Em 2020, foi anunciada uma reestruturação da empresa com a venda de ativos como a área de telefonia móvel para pagar dívidas. 

Em fevereiro de 2021, a Anatel concedeu anuência prévia para que a Oi incorporasse a Telemar Norte Leste.
Em julho de 2021, a Oi divulgou seu Plano Estratégico para o triênio 2022-24. A empresa projeta uma receita líquida entre R$ 14,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões em 2024, para a Nova Oi, que terá como foco a infraestrutura de serviços em fibra ótica.