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Finanças

IPOs: ação da Quero Quero sobe em estreia na bolsa; novata d1000 despenca

Varejista de materiais de construção chegou a subir mais de 3% nesta manhã, enquanto a rede de drogarias recuou cerca de 9%.

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Quero Quero

A loja de materiais de construção Quero-Quero (LJQQ3) estreou suas ações em alta na B3 nesta segunda-feira (10), em um momento de vigor nas vendas do segmento para reformas domésticas na pandemia. Já a marca D1000 (DMVF3), que pertence à rede de drogarias do grupo Profarma, chegou à bolsa brasileira com seus papéis em queda.

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Por volta de 16h, a ação da Quero Quero subia quase 1%, negociadas em R$ 12,77. Mais cedo, chegaram a subir mais de 3%. A companhia levantou na semana passada R$ 1,94 bilhão em sua oferta inicial de ações (IPO, do inglês) na B3. O preço da ação foi fixado em R$ 12,65, no centro da faixa indicativa entre R$ 11,30 e R$ 14. Parte dos recursos foi para o o fundo de private equity Advent International, que desembolsou R$ 1,66 bilhão (oferta secundária). Outra parte foi para o caixa da empresa (oferta primária).

No ano passado, a varejista registrou uma receita líquida de R$ 1,7 bilhão, crescimento de 24% sobre o ano anterior. Ao todo, a rede possui 346 lojas. A Quero Quero chega à bolsa junto a um movimento de maior demanda por pequenas reformas em imóveis residenciais durante a pandemia.

Um indicador de varejo medido pela Cielo (ICVA) mostrou que na semana de 19 a 25 de julho, o faturamento do setor de materiais de construção avançou 33,1%. Foi o único segmento, dentre os de bens duráveis, que apresentou crescimento no período.

Desde o início da pandemia até o dia 25 de julho, o setor de materiais de construção foi o segundo com o maior crescimento no faturamento, de 5,5%, ficando atrás apenas dos super e hipermercados, que avançaram 16,1%.

d1000 tem queda em seu 1° dia

Já a d1000 captou cerca de R$ 400 milhões com seu IPO realizado na semana passada. O valor por ação foi fixado em R$ 17, no piso da faixa indicativa que chegava a R$ 20,32. Por volta das 16h desta segunda, a ação da estreante recuava 8,82%, negociada em R$ 15,50.

A d1000 faz parte do grupo das bandeiras Drogasmil, Farmalife, Drogarias Tamoio e Drogaria Rosário e tem atuação no Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Tocantins. Até o final de março, a rede contava com 196 lojas e cerca de 3.600 colaboradores, atendendo cerca de 2,5 milhões de consumidores por mês.

No primeiro trimestre, a d1000 apresentou um lucro bruto de R$ 85,949 mil, alta anual de 5,5%. Em 2019, o lucro foi de R$ 341,939 mil, o que representa uma queda de 1,6%.

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