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5 fatos para hoje: Rede D’Or compra hospital e privatização do Porto de Santos

O acordo foi acertado levando em consideração um valor total para a Biocor de R$ 750 milhões.

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Logotipo da Rede D’Or São Luiz. 2/12/2015. REUTERS/Ricardo Moraes

1 – Rede D’Or faz acordo para comprar 51% de Biocor Hospital em BH

A Rede D’Or (RDOR3) anunciou na segunda-feira (5) que acertou um memorando de entendimentos vinculante para comprar 51% de participação na Biocor Hospital de Doenças Cardiovasculares, na Grande Belo Horizonte.

O acordo foi acertado levando em consideração um valor total para a Biocor de R$ 750 milhões, do qual será subtraído dívida da instituição, afirmou a Rede D’Or em fato relevante.

A companhia estima que a Biocor terá receita de R$ 300 milhões e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 70 milhões um ano após o fechamento da operação.

2 – CVM acusa ex-CEO e ex-diretor da Vale no caso Brumadinho

O ex-presidente da Vale (VALE3), Fabio Schvartsman, e o ex-diretor de ferrosos da companhia, Peter Poppinga, são alvo de um processo administrativo sancionador aberto pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no caso Brumadinho. Em agosto de 2019, a autarquia instaurou um inquérito para aprofundar a investigação sobre a responsabilidade de administradores da companhia pelos fatos relacionados ao rompimento da Barragem 1 da Mina Córrego do Feijão, em 25 de janeiro daquele ano.

Informações públicas mostram que a CVM abriu prazo para a apresentação de defesas pelos dois executivos na segunda-feira (5). A apuração trata de “eventuais irregularidades relativas à possível inobservância de deveres fiduciários” ligados à tragédia que matou 272 pessoas. Não há maiores detalhes. Entre os deveres previstos na Lei das S.A. estão os de lealdade – em relação à empresa e seus acionistas – e de diligência, pelo qual o administrador da companhia deve atuar com o mesmo cuidado que empregaria em seus próprios negócios.

Ao comunicar a abertura de inquérito, em 2019, a CVM destacou que a apuração não incluía a atuação sobre questões relativas à legislação ambiental. À época, o órgão regulador não mencionava o nome de executivos.

3 – Privatização de Porto de Santos deve ter mais rigidez regulatória, diz ministro

A privatização do Porto de Santos deve contar com mais rigidez regulatória e uma “maior trava” na participação de operadores portuários na concessão, em relação a outras desestatizações estudadas pelo governo. A informação foi dada na segunda-feira (5) pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. O certame que envolve o maior complexo portuário da América Latina está previsto para acontecer no próximo ano.

Freitas destacou que esse arranjo é diferente para cada desestatização portuária que o governo quer levar em frente, como da companhia docas do Espírito Santo e do Porto de Itajaí, por exemplo.

Apesar dos ajustes regulatórios e de participação serem específicos para cada porto, Freitas lembrou que o modelo de desestatização, a grosso modo, deve seguir a cartilha da venda da companhia junto da concessão da operação portuária. O ministro ainda comentou que o perfil de players interessados nesses ativos é variado. Há possibilidade de os consórcios que forem disputar os leilões serem compostos por operadores portuários e fundos de investimento – que têm mostrado “interesse enorme” nessas privatizações, disse o ministro.

4 – Recuperação do setor de serviços da China acelera em março, mostra PMI do Caixin

A recuperação do setor de serviços da China ganhou velocidade em março uma vez que as empresas contrataram mais trabalhadores e o otimismo aumentou, embora pressões inflacionárias tenham permanecido, mostrou nesta terça-feira (6) pesquisa do setor privado.

O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) de serviços do Caixin/Markit subiu a 54,3, nível mais alto desde dezembro, de 51,5 em fevereiro, bem acima da marca de 50 que separa crescimento de contração.

As empresas informaram o mais forte aumento na atividade e nas vendas totais em três meses. As novas encomendas para exportação continuaram a contrair, mas a um ritmo mais lento.

5 – Brasil supera 13 milhões de casos de covid-19; mortes chegam a 332.752

O Brasil se tornou na segunda-feira (5) o segundo país, após os Estados Unidos, a superar a marca de 13 milhões de infectados pelo coronavírus, com o registro de 28.645 novos casos levando o total de infecções confirmadas no país a 13.013.601, de acordo com o Ministério da Saúde.

Também foram contabilizados 1.319 novos óbitos em decorrência da covid-19, com o total de vítimas fatais da doença no país avançando para 332.752 – também abaixo apenas dos EUA -, acrescentou a pasta.

As cifras ficam aquém das que têm sido reportadas recentemente por causa do represamento de testes aos finais de semana, fator que costuma acarretar uma redução das contagens de casos e mortes aos domingos e segundas-feiras. Nesta semana, em específico, os dados também tendem a ser impactados pelo feriado de Sexta-feira Santa.

O governo também reporta 11.436.189 pessoas recuperadas da covid-19 e 1.244.660 pacientes em acompanhamento.

(*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo)

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