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5 fatos para hoje: revisão do Orçamento e tráfego normalizado no Canal de Suez

A área econômica do governo e os líderes do Congresso chegaram a um consenso sobre a necessidade de mudanças no Orçamento aprovado para 2021.

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Congresso Nacional

1 – Economia e líderes do Congresso concordam em rever gastos no Orçamento e buscam ajustes, diz fonte

A área econômica do governo e os líderes do Congresso chegaram a um consenso sobre a necessidade de mudanças no Orçamento aprovado para 2021, e o acordo aponta para a revisão de premissas de gastos e uma redução à metade das emendas parlamentares, disse à Reuters um fonte próximas às negociações.

As tratativas sobre os ajustes no Orçamento devem durar mais alguns dias e “só com muita sorte” as mudanças necessárias seriam concluídas até o fim da próxima semana, segundo a fonte, que pediu anonimato.

O Orçamento aprovado pelo Congresso tem inconsistências jurídicas que o tornam inviável, ilegal e inexequível, avaliou a fonte.

Técnicos da área econômica acreditam que premissas relativas às despesas estimadas, como os gastos da Previdência, precisam ser obrigatoriamente revistos para que fiquem dentro de padrões legais e dentro da responsabilidade fiscal.

2 – Tráfego marítimo volta ao normal no Canal de Suez

A Autoridade do Canal de Suez (SCA, da sigla em inglês) informou no sábado (3) que conseguiu normalizar o tráfego no local, eliminando o congestionamento que havia se formado nos últimos dias, devido ao acidente com o navio Ever Given, que bloqueou o acesso a uma das principais hidrovias do complexo.

Segundo a autoridade, desde que o cargueiro encalhou, em 23 de março, mais de 400 embarcações estavam esperando nas extremidades norte e sul da hidrovia de 120 milhas (cerca de 193 quilômetros). Agora, com a liberação desses navios, o canal retomou seu ritmo normal de operação.

O acidente provocou a paralisação da hidrovia e trouxe dificuldades para as linhas de abastecimento global nos últimos 12 dias. A liberação do Ever Given aconteceu apenas em 29 de março, quando uma maré alta de primavera ajudou a soltar o navio.

3 – Em carta de renúncia ao BB, Monforte alega ‘restrição inaceitável’

Após o ex-presidente do Conselho de Administração do Banco do Brasil (BB), Hélio Magalhães, entregar sua carta de renúncia, tornada pública na noite da quinta-feira, 1º de abril, foi a vez do conselheiro independente José Guimarães Monforte, também ex-Citi, apresentar suas razões para abrir mão do assento que ocupava. A série de renúncias vem na esteira da nomeação de Fausto Ribeiro para a presidência do BB, no lugar de André Brandão, que entrou em rota de colisão com o Palácio do Planalto após lançar plano de enxugamento da instituição.

“As circunstâncias, representadas por restrição inaceitável a atos da administração, emergiram e impedem efetivar medidas que visam realizar avanços na direção de ganhos de eficiência”, afirma Monforte em trecho da sua carta de renúncia. “Acredito também que o processo de sucessão na liderança de empresas, principalmente as de capital aberto, não deve ser feita somente porque se detém o poder para fazê-las.”

Monforte ocupou a posição por pouco mais de um ano. Brandão, que deixou o posto em março, esteve à frente do BB por aproximadamente seis meses.

4 – Braskem investe R$ 430 milhões na manutenção de suas unidades do Grande ABC

A Braskem (BRKM5) iniciará nesta segunda-feira (5) a paralisação de parte de sua operação no Polo Petroquímico do Grande ABC (SP), para realizar a manutenção das unidades de Químicos e Polietilenos (Q3 CK, Q3 IN e PE7). A companhia informa que a medida estava sendo planejada há cerca de dois anos e que investirá mais de R$ 430 milhões em cerca de 40 projetos de melhorias e manutenção do complexo.

A Braskem diz que nesse período modernizará o sistema elétrico que atende à central petroquímica Q 3 CK. O projeto prevê a troca de turbinas à base de vapor por motores elétricos de alto rendimento, suportados por uma nova unidade de cogeração de energia alimentada por gás residual do processo de produção petroquímica. Segundo a empresa, essa mudança estrutural permitirá que o processo produtivo da fábrica se torne energeticamente mais eficiente, com redução no consumo de energia estimada ao equivalente gasto por uma cidade com um milhão de habitantes.

A Braskem afirma que para não causar impactos no fornecimento de produtos, planejou o aumento de seu estoque.

5 – Lucro de empresas abertas no 4º tri de 2020 sobe mais de 100% ante 4º tri de 2019

O lucro das empresas de capital aberto no quarto trimestre de 2020 subiu mais de 100% com relação a 2019, aponta levantamento da Economatica. Por outro lado, no acumulado do ano, a queda foi de 36,8%, com impacto principalmente da variação cambial.

O estudo considera os resultados financeiros entregues à CVM até as 20 horas do dia 31 de março. Os valores são todos no padrão contábil da CVM, sem nenhum tipo de ajustes extraordinários. Também foram considerados dados de 254 empresas não financeiras com dados disponíveis no quarto trimestre de 2020 e 2019.

De acordo com a Economatica, foram desconsideradas as empresas Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3; PETR4), porque os dados delas distorcem a amostra. “Por exemplo, o lucro da Petrobras no quarto trimestre de 2020 foi de R$ 59,8 bilhões, que é o maior lucro trimestral de uma empresa de capital aberto da história”, aponta em nota.

(*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo)

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