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Ficou sabendo? Alibaba suspende funcionários russos; Boeing 787 não tem aval

O Alibaba suspendeu os contratos de trabalho de cerca de 40% dos funcionários de sua joint venture na Rússia, à medida que a atual guerra na Ucrânia interrompe os negócios internacionais.

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Jack Ma
Jack Ma, fundador do Alibaba Group, em Paris, França 15/05/2019. REUTERS/Charles Platiau/Foto de arquivo

Alibaba suspende 40% dos funcionários russos

O Alibaba (BABA34) suspendeu os contratos de trabalho de cerca de 40% dos funcionários de sua joint venture na Rússia, à medida que a atual guerra na Ucrânia interrompe os negócios internacionais, disse o jornal japonês Nikkei nesta sexta-feira.

A gigante chinesa de comércio eletrônico não pôde ser contatada imediatamente para comentários.

Não estava claro se haveria mais suspensões, depois que alguns funcionários optaram por deixar a empresa voluntariamente e outros foram realocados, disse a reportagem, citando um funcionário com conhecimento do assunto.

A divisão comercial foi a mais atingida, segundo o jornal.

A AliExpress Russia, uma joint venture lançada em 2019 pelo Alibaba junto com sócios russos, opera transações domésticas e internacionais.

A empresa depende de vendas internacionais para mais de três quartos dos negócios e tem demorado mais para se beneficiar de um boom de comércio eletrônico causado pela pandemia, enquanto as cadeias de suprimentos se ajustam às restrições de viagens.

O negócio também foi impactado pelas consequências da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Documentos do Boeing 787 estão incompletos

Reguladores de segurança aérea dos Estados Unidos disseram à Boeing (BOEI34) que a documentação entregue para obter aprovação e retomar as entregas do 787 às companhias aéreas está incompleta, disseram duas pessoas familiarizadas com o assunto.

A Administração Federal de Aviação (FAA) identificou uma série de omissões na documentação da Boeing apresentada em abril e enviou partes dela de volta à empresa, disse uma das fontes.

Uma segunda pessoa disse que ainda é cedo para dizer se as preocupações da FAA levariam a um novo atraso na retomada das entregas, suspensas no ano passado devido a falhas de produção.

O presidente-executivo da Boeing, Dave Calhoun, disse em abril que estava preparando os primeiros 787 para entrega, mas não previu uma data. Um porta-voz da Boeing disse que a empresa segue trabalhando em colaboração com a FAA nas etapas restantes.

Um porta-voz da FAA se recusou a dar detalhes, dizendo apenas: “A segurança dita o ritmo de nossas análises”.

As entregas do 787 foram interrompidas por um ano enquanto a Boeing trabalhava em inspeções e reparos em um caso que deve custar cerca de 5,5 bilhões de dólares. A Boeing tem mais de 100 jatos compostos avançados de corredor duplo estacionados em estoque, no valor de cerca de 12,5 bilhões de dólares.

A Reuters informou em abril que a Boeing avisou as maiores companhias aéreas e fornecedores de peças que as entregas seriam retomadas no segundo semestre deste ano, com uma fonte do setor dizendo que a retomada aconteceria em semanas.

O pacote de certificação da Boeing é um conjunto extenso de documentos e dados que mostram a conformidade do jato. O pacote estabelece inspeções e reparos que a Boeing realizará em dezenas de aviões paralisados por falhas de produção. A documentação é um passo crucial antes que a Boeing possa retomar as entregas.

Twitter ficará “mais forte”, diz presidente da rede

O presidente-executivo do Twitter (TWTR34), Parag Agrawal, disse nesta sexta-feira que anunciou mudanças na liderança da empresa e um congelamento de contratações para “criar um Twitter mais forte”, após a empresa ter feito acordo para ser comprada pelo bilionário, Elon Musk.

“Alguns têm perguntado porque um presidente-executivo fracassado faria essas mudanças se estamos sendo comprados”, escreveu Agrawal em uma série de tuítes. “Apesar de acreditar que o acordo (para a venda da empresa) será concluído, precisamos estar preparados para todos os cenários.”

Mais cedo, Musk anunciou uma suspensão temporária no negócio de 44 bilhões de dólares, enquanto aguarda dados sobre a proporção de contas falsas na rede social. O anúncio derrubou as ações do Twitter, que exibiam baixa de 9,5% às 16h46 (horário de Brasília). Musk terá que pagar uma taxa de rescisão de 1 bilhão de dólares se desistir do acordo.

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